quinta-feira, outubro 8

Será que todos os professores tem mesmo propósito? Conversas sobre Educação Tecnológica com Nivaldo Ferreira dos Santos

 Qual será o propósito maior de um Educador? 

Conversas sobre Educação Tecnológica com Nivaldo Ferreira dos Santos


O Nivaldo é um dos caras mais legais que eu conheço. É um amigo de faculdade. É um cara que tem propósito. Com ele descobri como uma professor com propósito consegue alcançar vitórias diárias. É uma questão de compromisso. Estamos sempre trocando ideias sobre coisas que devemos fazer para melhorar a qualidade da educação de onde estamos.

E você? Se considera um educador? Se for, qual o seu propósito? 

Acredito que se você tem o propósito de melhorar a educação no país gostará de saber a urgência de entender as políticas públicas para a educação tecnológica e agir. Pare de esperar! Entenda e siga em frente! Aprenda como tornar as aulas online melhores e faça isso! Não se trata do seu "EU", do seu "EGO" e sim da sua visão de prestar o melhor serviço. Se você é um educador aprenderá o que for necessário para garantir a qualidade do seu trabalho. Atitude!

Vou compartilhar com vocês um trecho do texto que ele me enviou para me ajudar com o meu TCC do curso de Gestão Escolar e Alfabetização Tecnológica para Imigrantes Digitais! 

Quero compartilhar com você! 

NIVALDO: Considerando o contexto da educação e das tecnologias da informação em terras brasileiras, é importante registrar/lembrar que no final do século XX o Brasil estava recém-saído de uma ditadura militar que durou mais de 20 anos e que deixou suas sequelas nas mais diversas áreas, inclusive (e eu diria até principalmente) nos sistemas educacionais e no setor cultural, que está diretamente relacionado à educação e fazia parte do mesmo arcabouço jurídico-institucional (o Ministério da Educação e Cultura - MEC - não existe mais, atualmente são dois ministérios distintos: "Ministério da Educação" e "Secretaria Especial da Cultura", mas a sigla MEC continua sendo usada...).
Em relação às tecnologias da informação (atualmente inseridas no conceito de "tecnologias da informação e comunicação"), é importante lembrar/registrar também que até o início da década de 1990 o Brasil tinha uma política de "reserva de mercado" criada com a justificativa de desenvolver a tecnologia nacional, que acabou reforçando o "atraso tecnológico" já existente historicamente em relação aos "países do Primeiro Mundo".Ou seja: no final do século XX o Brasil estava "atrasado" vários anos (talvez décadas) em relação aos países considerados mais avançados no que diz respeito às tecnologias da informação.
Vale lembrar que a maioria dessas tecnologias foi desenvolvida nas universidades norte-americanas, europeias e da antiga União Soviética a partir de meados do século XX e o Brasil só passou a ter acesso a esse mercado na década de 1990.
Isso fez com que a discussão sobre o uso e a aplicação das tecnologias nas atividades educacionais também ocorresse aqui no Brasil com um atraso considerável em relação a outros países e certamente influenciou as decisões e ações relacionadas à aplicação da tecnologia na educação e também ao desenvolvimento das estruturas necessárias à disseminação desses recursos nos mais diversos setores da nossa sociedade. (...)E não nos faltaram alertas e fontes de informação e pesquisa - como exemplo, lembro de uma série de discussões que desenvolvemos nos primeiros anos do século XXI, por meio de parceria entre professores da Funcesi e da FUNCEC (Fundação Comunitária Educacional e Cultural), de João Monlevade/MG (com destaque especial para ao Professor José Teófilo de Carvalho, que desenvolveu naquela época sua dissertação de mestrado em "Educação Tecnológica"), nas quais usamos como uma das nossas referências o "Livro Verde - Sociedade da Informação no Brasil", de 2000, elaborado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (disponível em https://www.livrosgratis.com.br/ler-livro-online-69536/sociedade-da-informacao-no-brasil---livro-verde).


 


Como não desviar dos seus objetivos? A não-resistência como mestra. Shigueru Watanabe

 Como não desviar dos seus objetivos? 

Cultura japonesa e a não-resistência como mestra. 





Conversas com Shigueru Watanabe

Nessa conversa com Shigueru falamos da lei da Não-resistência. Ao final dela, compreendi por que o povo japonês suporta terremotos, é capaz de se refazer após o ataque de uma bomba atômica. Essa cultura milenar tem muito a nos ensinar....

SHIGUERU: A Lei da não-resistência é aquela que faz com que as pessoas não se desviem dos seus objetivos! Tudo o que é novo. Tudo o  que você vai fazer se não houver resistência é por que é algo que você já sabe fazer. E aí não tem graça. Nada muda. Não encontrar resistência é um sinal de que o caminho pode estar errado. Agora, quando você encontra é para brigar com ela? Não! Contorne. Assim como a água contorna um bloqueio não é? A água faz o quê, contorna... Uma pedra por exemplo! A lei da não-resistência, portanto, é não resistir à resistência. É uma condição do ser humano: resistir ou fugir, não é assim? A gente tem de aprender contornar a resistência, a pedra. Então, quando encontrar algum obstáculo para conquistar seus objetivos, observe, contorne rapidamente.

 

https://www.pensador.com/frase/MTY5NzIwOQ/

Mas porque não resistir? Por que se fizer isso, você para! E no mundo que a gente vive hoje, principalmente quando se trata de negócios, toda vez que se encontra um problema, alguma coisa, o empreendedor tem de ser rápido em contornar. Esse ensino é importante e é uma filosofia japonesa. Por que os japoneses são tão zens? Por que conseguem ser tão controlados? Por que não resistem à resistência. Seguem em frente. 



"A arte de equilibrar pedras esteve presente em muitos momentos da história da humanidade e sua prática espiritual não se trata apenas do empilhamento das mesmas, mas do entendimento dos processos naturais (internos e externos), através da desconexão com o ego para a conexão com o todo, proporcionada pela meditação. Ao silenciar a mente e se colocar presente no momento você, automaticamente, acessa sua sensibilidade e compreende que tudo está interligado, não havendo dentro ou fora." Fonte>https://blog.artesintonia.com.br/2019/02/25/rock-balancing/

 

 


terça-feira, outubro 6

O mestre Japonês e a xícara de chá! Conversas sobre Prosperidade, Sacrifício e Vácuo ( Shigueru Watanabe)

O mestre Japonês e a xícara de chá! 

Conversas sobre Prosperidade, Sacrifício e Vácuo

( Shigueru Watanabe)


Fonte: https://www.pensador.com/frase/NTI1Mjc0/

E então? Você já esvaziou a sua xícara para deixar a vida nova chegar?

Vamos a mais uma conversa via whatsapp com Shigueru Watanabe.

TÂNIA: Olá Shigueru! Estava ontem assistindo ao Bob Proctor e vi que ele falou sobre a lei do sacrifício. O que acha dessa lei?

SHIGUERU: Ei Tânia! Uma linda semana para você! Vamos lá! "A lei do sacrifício é importante praticamente em tudo, não é? E dentro do sacrifício tem um princípio da prosperidade: é o que mais para mim faz muito sentido "o vácuo". O que é o vácuo da prosperidade? Para você obter algo você tem que abrir um espaço. Não adianta querer se você não abrir espaço, liberar. Para você adquirir um bem, ter algo grande, você tem de abrir mão de alguma coisa pra receber. É incrível, fantástico. Quando eu entendi esse princípio muita coisa fez sentido para mim. E aí vem uma  filosofia japonesa que é a da "Xícara cheia". O mestre dizia para o seu discípulo: Esvazie a xícara!"

Aproveito e trago a lenda para você: 


O Mestre Chinês e a Xícara de Chá

Muitas pessoas conhecem a história de Nan-in, um mestre zen chinês que viveu na era Meiji (1868-1912). Um dia, um professor universitário foi visitá-lo. Ele estava intrigado com a influência que esse mestre exercia nos jovens e da forma como era admirado por sua sabedoria, sensatez, prudência e simplicidade.

Este professor era interessado no Zen Budismo e já havia lido muitos livros a respeito. Durante a conversa, o professor interrompia o mestre com frequência para impor suas convicções, mostrando sua incapacidade de ouvir e aprender as sábias lições que o mestre Nan-in tentava passar através de sua experiência.

Neste momento, o mestre ofereceu-lhe um chá e o serviu com toda calma desse mundo. E mesmo após a xícara estar cheia, o mestre continuou derramando o chá sobre a xícara. O professor não se conteve: “Por acaso, não percebeu que a xícara está completamente cheia e que já não cabe mais nenhuma gota?”

O mestre então, parou de derramar o chá sobre a xícara e disse calmamente: “Assim como esta xícara, o senhor está cheio de opiniões e conceitos pré-estabelecidos. Desta forma, como poderia entrar um novo ensinamento? Como poderei dar-lhe novas ideias e perspectivas, se você não tem espaço pra elas?”

Em seguida, o mestre fez uma pausa por um breve momento e disse-lhe com olhar compreensivo, porém firme: “Se você realmente busca ter conhecimento constante, então tem que esvaziar sempre a sua xícara”. O aluno olhou o mestre perplexo e só então percebeu a veracidade que havia naquelas sábias palavras.

E aí? Preparado para esvaziar sua xícara? 😉

Fonte: https://www.japaoemfoco.com/esvazie-sua-xicara-filosofia-zen/ consulta em 06/10/2020




segunda-feira, outubro 5

O espírito feminino e a cultura popular: homenagem à Carolina Maria de Jesus e escritoras da Comissão Mineira de Folclore

 O espírito feminino e a cultura popular: 

Homenagem à Carolina Maria de Jesus e escritoras da Comissão Mineira de Folclore

No Evento "Encontro de Folclore do ano passado, as alunas do curso de Oratória, apresentaram a visão da cultura popular da cidade, em uma Roda de Conversa. 

Mas houve para mim um momento mágico:

Após a apresentação feira por Vera  do livro "Quarto de despejo" de Carolina Maria de Jesus, o professor José Moreira de Souza me emocionou dizendo: 

MOREIRA: A Carolina, mesmo negra, pobre e tendo aprendido a ler com o livros-lixo que as pessoas descartavam, provou que todos nós podemos escrever, registrar nossos pensamentos, memórias e histórias. Ela fez! Mesmo em um ambiente de alta-exclusão. 


Vera- aluna do curso de Oratória


Sempre achei essa "coisa" de escrever muita fina. A escrita de uma mulher então, mais ainda. 

Também acho muito elegante homenagear mulheres escritoras.

Quero homenagear a três mulheres escritoras da Comissão Mineira de Folclore. Quero deixar claro que não as conheço pessoalmente. O portador dos livros que me foram trazidos para vender pela Escola Portátil de Oratória foi o Marcus.




Acima, os três títulos que me chegaram, por enquanto. 

  • Águeda Moraes de Carvalhaes e Kallas: "Expressividade mineira na dança folclórica
  • Kátia Kupertino: Nas entrelinhas da expressão - A dança folclórica Lundu
  • Maria Agripina Neves: Segredos e mistérios da arte de partejar - Um estudo do trabalho das parteiras em Ouro Preto (1935-1990)
Muito gratificante ver mulheres produzindo literatura, pesquisas e memórias...


domingo, outubro 4

Que tipo de Imigrante digital você é?

 Que  tipo de Imigrante digital você é? 

Fonte: https://gente.globo.com/imigrantes-digitais/ em agosto de 2020.



Criei o curso de Alfabetização Tecnológica para Imigrantes Digitais para incentivar a pessoas com mais de 40 anos a deixar um legado escrevendo um e-book (livro digital) e tentar colaborar, do meu jeito, com um processo maior de inclusão de professores que sofreram, na década de 90 e início de 2000,  os efeitos da exclusão digital. 

Este texto contém a definição, os  tipos e depoimentos de duas alunas do curso. Boa leitura!

De forma bem simples, por comparação, temos:

  • nativos digitais: nascidos e criados dentro da cultura digital, com faixa etária abaixo de 35 anos;
  • imigrantes digitais: pessoas acima de 35 anos que tiveram de se adaptar à chegada das tecnologias dentro das empresas. Entenda-se também, escolas.

Conforme essa matéria do Gente Globo.com são:

Leia a matéria completa nesse link: https://gente.globo.com/imigrantes-digitais/


Na primeira aula, peço a cada aluna, para criar um texto do "porque" de estar fazendo curso. Ela simplesmente, deve preencher duas colunas relacionadas: descrevendo que problemas percebe diante das tecnologias e a segunda coluna esclarecendo como essa mesma tecnologia pode trazer soluções para a sua qualidade de vida.

Depoimento de Ana Corcini Pena:


"Sou uma imigrante digital 65 +.

 Estou tendo mais uma oportunidade de superar os desafios quanto aos bloqueios de usar as novas tecnologias. Sempre que penso nelas, vem as ideias de que não gosto de tecnologias, o medo de estragar os equipamentos, receios em acessar páginas falsas, comprometer a divulgação de dados pessoais e/ou ser vítima de hackers nas redes.

 O que me motiva a este movimento, são as necessidades, cada vez maiores de usar estas tecnologias. Percebo cada vez mais a ampliação de empresas que usam das novas tecnologias, nas diferentes áreas de: prestação de serviços, comunicação, lazer e outros. Assim tornou-se indispensável, investir no processo de aprendizagem das técnicas, visando superar as dificuldades no uso das novas tecnologias.

 Como tudo na vida, têm pontos positivos e outros nem tanto assim, por isso tenho que aceitar e fazer tudo para eu me incluir digitalmente." 

 

Depoimento de Celina Luiza de O. Ascenço:

 "Faço o curso porque quero resolver os seguintes problemas: movimentação bancária pelo celular, um melhor trabalho junto às instituições para as quais presto serviços voluntários, digitar as minhas produções literárias, mandar e receber e-mails, maior socialização pelas redes sociais, montar meu blog, perder o medo, ficar mais independente. 

As soluções trazidas serão: agilidade na resolução de problemas sem sair de casa, economia de tempo e ser mais útil nas atividades externas, dar maior visibilidade à minha produção literária, melhorar a comunicação, melhorar a convivência, ter maior alcance do meu trabalho através de um blog, ser cautelosa e prudente ao utilizar as tecnologias com mais segurança, ter mais autonomia. "

 


Evidentemente, para  criar o método, me baseei no trabalho de grandes educadores como Paulo Freire.




sábado, outubro 3

Criatividade + Produtividade=Felicidade / Sobre fontes e originalidade (Parte 2)

 Criatividade + Produtividade=Felicidade 

(Parte 2)

Texto a quatro mãos e algumas conversas com Shigueru Watanabe


"Original é algo muito pessoal, é uma percepção pessoal. Se é original para você mesma, já se basta. É a sua opinião. Se você acha que é original então está  certa e, se acha que não, está certa da mesma forma. Simples assim." Shigueru Watanabe


A melhor parte da conversa de ontem, sobre produtividade, com o Shigueru, guardei para essa segunda parte: ele me passou a dica de um Mestre... Pode ter coisa melhor?

Se quiser ler a parte 1, clique no link: 

https://luciataniaugusto.blogspot.com/2020/10/criatividade-produtividadefelicidade.html

Mas, detalhe, quero mostrar como consigo fazer conexões com pessoas legais. Bebo da fonte de pessoas que "sinto" que podem ser minhas mestras. Quando ouvimos um homem como o Shigueru falando identifico duas forças: a da origem dele e a segunda é a  sua capacidade de buscar o que deseja aprender na "fonte"!

 É raro encontrar pessoas assim, 10% da população do mundo mais ou menos.

Por que estou afirmando isso? Na nossa conversa abaixo ele me apresentou uma das suas fontes de inspiração para ser um empreendedor: Bob Proctor! E mais, deu dicas "por causa do meu inglês ruim..." como poderia ter acesso a uma generosa tradução.... Vamos lá para a transcrição da segunda e última parte da conversa...


TÂNIA: Olha! Vou digitar palavra por palavra de tudo do que você disse! Eu não vou deixar escapar nada! Você acabou definindo (produtividade), não é? Muito legal! Eu vou fazer o artigo até o final do dia. Mas acho também que você deveria escrever um livro com este nome, heim? "Produtividade é felicidade!" Olha que dá samba... 


SHIGUERU: Olha, gostei da sua dica... Quem sabe? Eu ainda pretendo escrever alguns livros. Eu tenho algumas ideias. Mas ainda não transformei em algo material. 


TÂNIA: Sabe, me veio à memória  um tempo em que eu me achava muito criativa, mas não era feliz. Essa felicidade que você definiu tão bem... Por que eu criava muito, mas não colocava em prática.

 

Então esse binômio produtividade e felicidade me provoca a pensar o seguinte: por que hoje eu estou mais feliz? Por que a cada dia eu coloco um pouquinho em prática (produzo um pouco todo dia): escrever meus textos, dar minhas aulas, fazer minhas  tarefas diárias com equilíbrio, fazer exercícios, cozinhar, cuidar das amizades, da família...cuidar de mim. Ter um autocuidado, um amor próprio, cuidar do dinheiro.... Todas as áreas da vida estão mais equilibradas.

 

Por que a criatividade não acontece só para quem é artista. A forma como você olha para os problemas que é original. Vem do jeito que você foi criado, da sua raiz. Sua versão. Sua marca pessoal. Qualquer semelhança é mera coincidência... Por isso, ler, estudar, experimentar, errar, acertar, ter um hobby são dicas fundamentais...

 


Criatividade é para qualquer pessoa. E criatividade para mim é resolver problemas. As invenções mais criativas, como conta no livro "Pai rico", surgiram da formação de rede,  identificando e resolvendo problemas para um grande número de pessoas. Assim, criatividade é inovação. Essa, me parece, um percepção fundamental: de deixar um legado.


 

SHIGUERU: Olha, vou te dar uma dica, uma sugestão de conteúdo pois o que carrego é assim: uma parte veio da experiência de 58 anos de vida e a outra vem dos conteúdos que busco ao longo dos últimos dez, doze  anos: motivação, educação financeira, empreendedorismo. Tive acesso, há algum tempo atrás, a conteúdos do Bob Proctor. Quem é Bob Proctor? Se você quiser beber de uma fonte...

 

Ele foi um dos colaboradores do livro "O segredo", um dos discípulos, ainda vivo, de grandes oradores como Napoleon Hill ,Earl Naghtingale...Ele (o Bob Proctor) deve ter hoje, quase noventa anos. É vivo ainda e faz um trabalho muito bom e está muito presente nas mídias sociais. Ele é americano. O material dele é todo em inglês, mas tem um brasileiro, uma alma servidora, que pega todos esses conteúdos do Bob e traduz. O nome dele é Tiago Borges. Então, procura no Youtube um canal "Tiago Borges" e busque dublado. Você encontrará centenas de materiais que falam, principalmente, sobre as leis universais. (...)Eu ouço eles a mais de 3 anos...

Gostou da dica?

TÂNIA:  Claro que gostei. Grata pela sua generosidade. Esse trecho também vai para o material. Vou tentar o formato em diálogo...

Bob Proctor

 

 Estou bem impressionada com o conhecimento do Bob Proctor! 

Abaixo,  imagens de duas anotações que fiz enquanto assistia os vídeos:



Conclusão: A criatividade não manda recado.   Se você tem um problema para resolver e, antes de dormir, diz "não sei", uma mágica acontece. De repente ela (a pergunta que provocou o "não sei) manda um recado, um sonho, um insight e você não consegue dormir até anotar. Por isso, os post-its na beirada da cama... rs Depois você volta a dormir...

Dicas do Shigueru para chegar aos cem, bem...

"Vc pode estender bons anos com pouca coisa : 

1. beber muita agua de boa qualidade 

2. dormir bem

3. alimentação

4. atividade física 

5. equilíbrio emocional

6. não fumar  e não beber


sexta-feira, outubro 2

Criatividade + produtividade=felicidade (Parte 1)

Criatividade + produtividade=felicidade

Texto a quatro mãos e algumas conversas com Shigueru Watanabe 

(Parte 1)




Realmente, nunca acreditei na criatividade como um “dom” apenas de artistas. A soma das nossas experiências criativas se traduz nos problemas, que importam, que somos capazes de resolver. 

Ou seja, sinto a criatividade como uma capacidade de aceitar “não saber” e buscar respostas. Isso é altamente desconfortável, porém, libertador. 

Cada vez que solucionamos um problema, a partir do nosso olhar, estamos acessando essa genealogia de ideias a que o Kleon se refere.

Disponibilizarei agora, uma série de conversas que tenho mantido com Shigueru Watanabe por que estou em um momento de testar a viabilidade dos meus projetos e de um método que sistematizei para alcançar mais pessoas que eu possa ajudar.

Sem delongas, vamos lá!

"É assim que tudo começa .. através de uma ideia na mente e um desejo ardente de realizar a ideia.... ai acontece a mágica ... os corpos começam a se movimentar e por uma força da atração as pessoas com as mesmas frequências vão se juntando e formando uma orquestra sinfônica." Shigueru Watanabe, 2020.



 

  • ·       TÂNIA: Bom dia! Palavra do dia: produtividade... Vou fazer um artigo e postar no meu blog. Te mando!
  • ·       SHIGUERU: Bom dia 🌞🌞🌞 É isso ai ... produtividade é sinônimo de felicidade.
  • ·       TÂNIA: Por que, Shigueru, por que produtividade é sinônimo de felicidade?
  • ·       SHIGUERU: Vamos lá, Dona Tânia! Estou buscando inspiração para falar... Por que que produtividade é sinônimo de felicidade?          
           Eu nem te darei a definição mas, vou fazer você pensar e relembrar aqueles momentos quando você foi altamente produtiva, você definiu uma meta, conforme o planejado e alcançou o resultado, qual foi a sensação? 

       Fisiologicamente, falando, toda vez que você realiza algo bem feito que te dá satisfação, o seu corpo produz hormônios. Hormônios da felicidade. Esses hormônios que são gerados por conta deste momento de êxtase  te causam um bem-estar, um sentimento, um sensação boa. Então, se você sabe disso, por que não ser produtiva o tempo todo? O máximo que você puder, para que possa liberar esses hormônios na maior FREQUÊNCIA possível puder e, diretamente, naturalmente, você terá momento de mais felicidade.  

Então, ser produtivo, te oferece essas sensações gostosas e que, na soma de tudo isso, no final do dia... você vai para sua cama, faz a sua reza, AGRADECE,  e você vai dormir feliz.  Por ter alcançado os seus resultados, seus objetivos. 



Final da parte 1.

Amanhã, na parte 2, Shigueru me apresenta os materiais disponíveis sobre  Bob Proctor. Muuuita emoção...Não perca. 






Portfólio de um Agente Cultural para Trajetória Artística como documento estratégico para participar de editais de fomento à cultura

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