sábado, outubro 17
Dicas de livros para inibidos!
sexta-feira, outubro 16
Onde está a sua criança? Conquiste o direito de ser ridículo, hoje!
O maior mérito dos meus cursos é que dou direito ao meus alunos e alunas de errar!
Sinto que para isso tenho de deixá-los à vontade.
A única forma de conseguir esse feito, pois ele passará por muitos momentos ridículos é, sendo mais ridícula que ele ou ela.
Não se engane: isso é método!
Há trinta anos digo isso: se errar, dê uma gargalhada. Se alguém chamar você de rídiculo, fique ainda mais! Conte comigo. Aqui é o lugar do erro, da alegria, do riso, do drama, do choro... Vivendo essas várias personagens aqui, nos outros lugares, você poderá ser "normal", "maduro", "responsável" e "comprometido com causas que importam"!
Esse seu estado de risco, de vergonha é que irá te levar a lugares inimagináveis e descobrirá a potência que existe em você.
O corpo, em estado de relaxamento, está pronto para o aprendizado e absorve tudo que vem. No caso das minhas aulas: agilidade, flexibilidade, humor, ótima performance, consciência corporal e alegria, a mais importante prova de gratidão. Só se espiritualizado se há alegria no seu olhar!
Fica a dica!
quinta-feira, outubro 15
A palavra é: CRIPTOGRAFIA - Alfabetização Tecnológica para Imigrantes Digitais
Alfabetização Tecnológica para Imigrantes Digitais
Criptografia
Fonte: Artigo "Aprendendo criptologia de forma PedroMalagutti-TemasInterdisciplinares/Aprendendo_Criptologia_de_Forma_Divertida_Final.pdf. divertida".: http://www.mat.ufpb.br/bienalsbm/
Dos tipos de Imigrantes Digitais o Shigueru é um COLONIZADOR: contribui com uma visão com perspectiva histórica por que foi um dos precursores.
Com sua experiência em multinacionais no setor de TI/Informática, leia o que ele esclarece sobre a criptografia.
"Criptografia é um recurso utilizado para as empresas protegerem seus dados. Eu venho de uma época em que a criptografia não era algo tão significativo, em que trabalhávamos com sistema de grande porte: mainframes** e tinha pouco controle, porque os computadores eram fechados e não havia porta para acesso externo. Assim, o risco de invasão era muito pequeno. Só se usava quando você tinha de enviar dados para terceiros e, a outra fonte recomendava que fosse criptografado por uma questão de segurança. Era um processo "físico": você levava discos, HDs... Não existia internet, ou seja, anos 70, 80...Com as redes abertas, ela se tornou muito importante, aumentando a vulnerabilidade. Bom, a criptografia é um algoritmo para mascarar a informação, e só possível acessar por meio dele, para discriptografar. É um conceito interessante de segurança de dados. Uma coisa interessante é que, empiricamecamente, temos de pensar no que se transformou "o custo da informação": é muito caro manter a segurança. As empresas gastam, atualmente, milhões, bilhões, com segurança, controles. Na minha época, quando trabalhava com informática, como programador, um gerador de códigos, era 80% construindo e 20% controlando. Mais menos essa a proporção. Quando saí da área, há 12 anos atrás, eu cheguei a quase 50% do meu tempo fazendo controle, mesmo sendo pago para produzir: o controle passou a ser uma atividade muito importante na área de TI. Assim, saí da área pois meu fascínio era gerar códigos, montar sistemas e não controle. Isso desgastou muito a nossa área de atuação."
Hoje, essa expressão é tão comum... Mas você se pergunta o que isso quer dizer?
Exemplo: Quando o WhatsApp diz que todas as suas mensagens são criptografadas, o que isso quer dizer? "A criptografia de ponta a ponta do WhatsApp garante que somente você e a pessoa com quem você está se comunicando podem ler ou ouvir as mensagens enviadas na conversa. Ninguém mais terá acesso a elas, nem mesmo o WhatsApp"
E assim caminha a humanidade...
[**Se quiser saber mais mainframes , click neste link: https://serpro.gov.br/menu/noticias/noticias-2019/mainframe-o-que-e-e-qual-o-futuro-desta-tecnologia]
quarta-feira, outubro 14
Prosperidade é felicidade! Fábulas e IKIGAI Conversas com Shigueru Watanabe
Prosperidade é felicidade!
Fazer o IKIGAI após ler fábulas.
Sugestão de atividade para crianças e adolescentes.
Fábulas e IKIGAI
Assim começou a nossa última conversa sobre prosperidade.
Um dos maiores presentes que adultos responsáveis podem dar para a criança e para o adolescente é conversar sobre propósitos. Por que isso? Por que todo propósito está ligado aos valores universais e ao legado ou marca que desejamos deixar no mundo. Ao nosso ser eterno.
É função do adulto observar a criança ou adolescente sempre com o objetivo de que ele tenha plena consciência do SER que existe dentro dele mesmo. Assim, não haverá espanto diante da transitoriedade da vida. Prevenirá a perda de tempo com "ilusões".
O que você acha disso, caro leitor?
Fábulas trabalham os valores mais importantes. Devemos facilitar o acesso a este tipo de narrativa conscientes do papel que elas podem ter na vida de cada um.
Incentivar que, em situações lúdicas, possam coexistir a consciência da finitude, a amizade, a comparação entre bem e mal, os efeitos do mal e a repetição de boas práticas. Do que tratamos então? De referências.
Mas também, devemos atentar para armadilhas. Da atenção aos símbolos, estrutura de enredos e contextos em que foram produzidas.
A necessidade de expressão leva a esperança de um mundo melhor e pode estar em uma simples história.
No uso das fábulas de forma compromissada não seremos os "chatos" dando lições. Seremos propositores de uma narrativa intencionalmente estruturada para ensinar sobre o bem, a alma, a alegria, a solidariedade: sobre felicidade e prosperidade!
Construído nesse formato, o IKIGAI, pode acompanhar uma vida e dar sentido a ela.
Aí vem o mundo fantástico como aliado. Um professor, uma professora, pais e responsáveis bem preparados usam esse recurso colocando foco na intenção de manter a força no IKIGAI, no propósito, mesmo frente a situações complicadas.
Ikigai é uma palavra japonesa que significa "razão de viver", "objeto de prazer para viver" ou "força motriz para viver". Existem várias teorias sobre essa etimologia. De acordo com os japoneses, todos têm um ikigai. E descobrir qual é o seu requer uma profunda e, muitas vezes, extensa busca de si mesmo. Wikipédia
Oratória Infanto-Juvenil: Um amor resgatado!
Talvez, de todos, esse seja o artigo mais confessional que escrevi...
Por isso, assumo o risco público de parecer piegas ou ridícula. Incentivo a qualquer que leia, a sê-lo também.
Fica como meio-tom, uma mensagem de agradecimento a Clarissa Pinkola Estés. Vocês entenderão.
Mesmo me sentindo feliz em ministrar os cursos da Escola Portátil de Oratória foi somente agora, neste momento, que consolidei uma ideia que parece obvia, mas difícil de colocar em prática: manter uma conexão com a criança interna.
Essa saga, começo, quando vi, em minhas alunas, nas aulas práticas de leitura e interpretação das histórias selecionadas, a criança voltando...
Gargalhadas!
Vergonha!
Medo do ridículo!
Rubor na face!
Lá estava a criança, intacta, plena e pronta para agir.
Talvez a criança seja a nossa melhor versão. Independente das condições materiais da nossa vida.
Na adolescência, experimentamos a saga do Patinho feio e da Vasalisa, uma mistura de descobrir qual é a nossa turma e a lidar com os "perigos" da vida por meio da intuição, da benção de quem cuidou de nós: a grande mãe, tanto a boa-demais, quanto a mão iniciática.
E vamos seguindo.
Evidentemente, que a didática da professora de minha formação de uma vida inteira ajudou, mas só por questão de método, de acolher e acalentar cada aluna/aluno na sua plenitude.
Agora, neste momento 50+ resolvi assumir os sonhos da minha criança e transformar outras em leitoras, oradores e escritoras através do meu curso, assumindo esse público-alvo.
Assim, cumpro o meu propósito de vida: não deixar a criança e a minha adolescente definharem por falta de cuidado, de atenção e de amor.
Mais do que ser moderna, parafraseando Drummond, quero ser eterna deixando a minha marca no mundo por meio da felicidade genuína de acalentar meus novos e novas alunas.
Pelo resgate e cura da minha criança, minha menina-mulher, obrigada Clarissa. Continuarei, prometo, correndo com os lobos.
segunda-feira, outubro 12
Os três burrinhos, a cerca e o conceito de Paradigma! Conversas com Shigueru Watanabe
O que é um paradigma?
Conversas com Shigueru Watanabe
Vou convidar a você a assistir o vídeo abaixo, pois ele gerou a conversa que segue. Se não conseguir abrir, copie cole o link abaixo do tela.
Todos deveríamos ter como hábito a constante reavaliação de crenças sobre nós mesmos e outros seres. Observando o vídeo, entende-se, não por acaso, o porque de Irmãos Grimm a Chico Buarque de Holanda utilizarem-se das fábulas (histórias que são protagonizadas por animais e que trazem lições).
Vamos ao bate-papo de WhatsApp com Shigueru:
TÂNIA: __Oi Shigueru! A palavra do dia é: Paradigma!
SHIGUERU: __ Oi Tânia! Muito bom dia! Nossa, paradigma.... A princípio parece ser uma palavra moderna, um conceito moderno que inventaram para falar de coisas que temos dentro de nós e que tem de ser quebradas..."quebra de paradigmas", mas esse conceito nada mais é do que aquilo que está estabelecido dentro de nós e nos controla. São crenças arraigadas sobre as coisas são ou deveriam ser. São formados no início da nossa existência. Nos primeiros anos de vida é quando são construídos mais ativamente. São sistemas de controle. O Bob Proctor fala de forma muito interessante, sendo ele especialista em paradigmas. Diz que o paradigma controla quase tudo o que nós fazemos. Todos os nossos resultados são frutos deles. É um paradoxo, se você tem resultados ruins é por conta dos seus paradigmas.
TÂNIA: __ Lembrando do vídeo: o primeiro burrinho... Ele fica insistindo em uma forma, em quebrar a cerca, como se quisesse atravessar. O padrão mais conhecido. Vemos as moscas quando entram pela janela e não conseguem sair. Já o outro burrinho, observa e resolve, com o detalhe, de que deixa todos os outros dois passarem primeiro. Fica por último. Podemos identificar três atitudes em cada um deles: um tenta resolver por tentativa e erro, o outro observa e, depois, resolve e há ainda o que só fica esperando a solução e segue em frente... risos. Uma metáfora, não é? Todos os três burrinhos, estão dentro da gente. Um o inconsciente, o teimoso e o outro o consciente, o observador, proativo.
SHIGUERU: __ Pois é... Então, o que fazer? Como quebrar? Como se reprogramar já que os resultados estão ruins como no caso do primeiro burrinho? Se você tem péssimos paradigmas? É muito difícil fazer isso sozinho. A não ser que exista uma consciência disso. Conheça os princípios do consciente, do inconsciente e utilize a imaginação, a abstração para resolver e não ficar dando murro em ponta de faca. Mas, em geral as pessoas não sabem. Elas conhecem o problema mas não tem o conhecimento que leva a mudança.
TÂNIA: __ Mas o que tem de ser feito?
SHIGUERU: __ Primeiro, ter consciência. Segundo, entender qual é o oposto daquele mal paradigma. Se você sabe que ele é ruim, assim deve saber, buscar saber, qual é o bom. Assim, escolhendo o bom, o correto, você vai trabalhar para que ele ocupe o espaço do mal paradigma.
TÂNIA: __ E como implantar um novo paradigma?
SHIGUERU: __ Repetição. É o mesmo princípio de aprendizados: pela dor, pela emoção, pela repetição. Então, tem que repetir e criar novos hábitos. E aí vem a terceira palavra mais importante. Lembrando: a primeira consciência, a segunda repetição (compreender o oposto/o correto) e a terceira é hábitos. Isso faz com os velhos passem para um segundo plano e o novo se instale no primeiro plano e comece a ditar os seus resultados. É mais ou menos isso. Recomendo o Bob Proctor.
TÂNIA: __ Na próxima conversa, falaremos sobre as fábulas, ok? Qual a lição que você aprendeu? Como ela pode ser utilizada na vida cotidiana? Quais paradigmas quebrados diante de duas atitudes do burrinho "resolvedor" do problema?
SHIGUERU: __ OK! Vamos lá! Até a próxima conversa!
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