quarta-feira, setembro 30

Para tímidos: orientações sobre marketing pessoal

 


Para tímidos: orientações sobre marketing pessoal

Soluções em Educação Corporativa: Alfabetização Tecnológica para Imigrantes Digitais. Especialista em Novas Tecnologias em Educação e Treinamento, Gestão Estratégica em Recursos Humanos e Gestão de Projetos Culturais

Não há nada mais desagradável do que passar uma imagem de uma coisa que não somos.

Como tímida, sei bem como é isso!



Pouparei os leitores de alguns adjetivos que me foram dados por não saber lidar com a minha imagem e tentar parecer mais extrovertida, quando adolescente.

De uma maneira geral, passei por momentos difíceis em que não entendia o porque as pessoas não gostavam de mim.


Ao longo da minha vida, percebi que o bom mesmo era SER. Isso faz toda diferença. O resultado é que, hoje, sei que não posso agradar a todos e tenho bons amigos e amo a minha família. Estou mais tranquila com a minha imagem e não me violento mais para agradar.

Vamos lá!

Darei algumas dicas possíveis imagens que os tímidos projetam e sentem que devem buscar ajuda para cuidar do marketing pessoal:

1.arrogância: literalmente quando você se exclui, dependendo da postura, pode parecer que "não se mistura"!
2.Subserviência:

 

querer agradar todo mundo. Ou se rebaixar muito, querer servir a todo mundo, se sentir péssima por saber que alguém não gosta de você e forçar a barra etc etc, ou seja, colocar "todos" acima de você. Inclusive bebês e crianças quando parece aprovar , mesmo quando elas erram.
3.Antipatia ou hipocrisia:

 

quando diz o que não sente, finge que não sabe, mente sobre o que tem, oculta talentos só para agradar e parecer que está querendo se igualar a alguém em situação menos privilegiada que a sua. Parece que você nunca diz o que quer e dá margem de julgamentos.

Uma grande maioria das pessoas tendem a utilizar uma dessas estratégias e isso não é bom. Serão sempre dominadas pelo "outro". O medo da opinião das pessoas e, dificilmente, se não resolverem, estarão subjugados ao seu inimigo interior.

Mas a pergunta é: será que é isso que eu desejo para mim?

Claro que, outras vezes, a pessoa pode ser realmente ser arrogante, subserviente e falsa, porém a diferença entre um e outro grupo é que este último "acredita" ter ganhos reais por causa dessas posturas. Conheço pouca gente assim, portanto não tratarei de aqui.

Tenha. minimamente, controle sobre a imagem que deseja passar para o grupo ao qual deseja pertencer. Desempenhar vários papéis, construir várias personas, são da natureza da convivência, mas a integridade moral e ética, devem prevalecer. Princípios e altos valores sempre nos balizam nas escolhas e, fundamentalmente, o desejo de viver em harmonia interna e externa.

A solução: coragem! autoconhecimento!


terça-feira, setembro 29

ALFABETIZAÇÃO TECNOLÓGICA PARA IMIGRANTES DIGITAIS

ALFABETIZAÇÃO TECNOLÓGICA PARA IMIGRANTES DIGITAIS

Nunca se tratou de "nós", isso é um fato. No "salve-se quem puder", a formação do profissional da educação na virada do século XX e início do XXI foi por sua própria conta e risco...

Hoje, entendo por que me transformei em empresária da área de educação e ofereço o curso livre de Alfabetização Tecnológica para Imigrantes Digitais, como MEI, tendo como público-alvo, professores já aposentados, acima de 60 anos. Percebi que estes deveriam ter o prazer de relatar as suas histórias, vitórias e emoções utilizando as ferramentas mais modernas, surfando na internet.

Na base do "se vire" e faça "você mesmo", junto de vários colegas, há mais de 20 anos, buscamos soluções, de forma empreendedora, para construirmos as competências necessárias para lidar com as novas tecnologias em sala de aula.

O compromisso é única e exclusivamente com os nossos clientes, os alunos. Os vínculos formados fosse na educação infantil, fundamental, EJA ou profissionalizante e, hoje, com os clientes da Escola Portátil de Oratória, era com o intuito de levar conhecimento com sentido. Oferecer condições básicas e conteúdos mais próximos "da vida", dos desafios do mundo cotidiano.

Para garantir a qualidade do nosso trabalho em sala de aula somos nós a arcar com o investimento naquilo que é necessário. De forma autônoma. Na ponta. Participando do processo. Agindo. Empreendendo na área da educação.

E o sistema público de educação? Nada! Assim como em outras disciplinas, meio ambiente por exemplo, o ensino das tecnologias da informação e da comunicação não era encarado como transversal e transdisciplinar.

Era 1987... há 23 anos...

1987, recém formada no curso de Magistério, fazia o meu primeiro curso de Informática, Linguagem Basic, com carga-horária de 120 horas, na Microminas-Escola de Informática.

Entre 1990 e 1995, assistíamos a onda da tecnologia avançando. Eu cursava as licenciaturas de Estudos Sociais, História e Geografia.

Em 1998, uma novidade no mercado de educação: a pós-graduação em "Novas Tecnologias em Educação e Treinamento" oferecida pela UNI-BH nos finais de semana. Ufa! Vamos lá! Que venha a BR 381, todo final de semana. Mas, o que importava? Finalmente poderia participar de aulas sobre EAD, Criação de ambientes interativos de aprendizagem, Bibliotecas do futuro, Língua e Literatura (semiótica), laboratórios de TV, Internet, Rádio, Produção Gráfica e muitos outros conteúdos. Talvez, não fosse esse curso, nunca conheceria Vera Casa Nova, Domício Proença Filho, Helton Gonçalves de Souza e outros professores brilhantes. Incrível!

Sem contar os colegas de turma...

Vendo o cenário atual, percebo, uma necessidade de (pásmem!) uma humanização da escola. Se o que se preza é a qualidade do ensino porque nossos competentes gestores públicos nunca entenderam a necessidade de construção do saber do docente, não só para resolver tarefas burocráticas/administrativas, mas para potencializar o ensino em sala de aula?

Estou satisfeita, pois não espero mais os "nós", os "sistemas" agirem. Nunca foi assim e não haverá de ser agora.

Fui, realmente, mordida pelo "bichinho" do empreendedorismo.


domingo, setembro 27

O que as empresas podem aprender com o filme "Escritores da liberdade"?

Com a chegada do mês de outubro, em que comemoramos o dia do Professor, gostaria de inspirar gestores por meio de histórias contadas em filmes que podem ajudar na travessia desses tempos difíceis. Ao invés de agendas corporativas, diários para escrita pessoal e criativa.

A sugestão é o filme "Escritores da Liberdade" lançado em agosto de 2007. O roteiro é baseado em uma história real. A trama é vivida por alunos do primeiro ano, do Ensino Médio da sala 3- Escola Woodrow e a professora de inglês e literatura Erin Gruwell, interpretada pela atriz  Hillary Swank.

Para crédito: https://www.linkedin.com/pulse/o-que-empresas-podem-aprender-com-filme-escritores-da-augusto



"A história gira em torno da necessidade da criação de vínculos sociais em sala de aula."

Assinado por Richard Lavagranese e Erin Gruwell, este roteiro é baseado no livro best-seller The Freedom Writers Diaries e demonstra os desafios e a possibilidade de mudança através da educação. O que a professora faz na verdade? Ela entrega um caderno aos alunos para que escrevam, diariamente, sobre sua própria vida.

"(...) suas próprias histórias, seus conflitos internos, enfim, sua própria vida em palavras escritas. Completando sua tática, indicou a leitura de livros que retratavam histórias de “heróis” da humanidade, como: “O diário de Anne Frank” – com o objetivo de que seus alunos percebessem a necessidade de tolerância entre si visto que, inúmeras barbáries aconteceram e acontece mundo a fora, e que a mudança de suas vidas, dependem exclusivamente de suas atitudes."*

O mundo transformou-se em uma grande escola. Em função da Pandemia e da aceleração da necessidade de adaptar-se, acredita-se que buscar colaboradores mais compromissados e autônomos seja uma alternativa fundamental para suportar os novos tempos de forma saudável.

Daí, vejo que o grande desafio das empresas, hoje, é formar escritores.

Para lidar com uma realidade cada vez mais complexa, não há outra alternativa.

Entre uma mudança e outra, uma orientação e outra, um protocolo e outro, há um SER.

Esse SER precisa de tempo. De silêncio reflexivo. De uma folha de papel em branco.

O processo de criação é solitário, dentro do burburinho dos milhões de ideias repetidas, das pautas infinitas, das transformações incessantes, não há quantidade suficiente de pausas para suprir o SER.

"Para Morin (2000; 2003), a partir do conhecimento, o ser humano passa a compreender melhor sua tarefa de transformação pessoal e da sociedade a qual pertence, por transposição de barreiras e de um conhecimento profundo da realidade, passa então a compreender melhor o meio que está inserido, gerando alternativas e se baseando em vivências para a transformação de seu caráter em forma crítica, independente e autônoma."*


Sugiro que cada colaborador, inclusive o dono/ a dona da empresa recebam um diário pessoal, intransferível, trancado a sete chaves, é uma solução interessante. Longe das piadas dos colegas. Uma plataforma que seja íntima, fornece combustível para lidar com o OUTRO, o NOVO e o EU.

Sem cola. Sem cópia. Sem corretor ortográfico. Sem palpite.

Esse presente da empresa será impossível de ser fornecido por horas de reunião. de trabalhos forçados em equipe...

A criação coletiva enriquece o mundo dos negócios. Foi formatada para ele. Para o mundo dos extrovertidos. Dos vendedores 24 horas por dia.

Precisamos de mais seres...

Não é vantagem competitiva na Era do Conhecimento ter colaboradores que cumprem ordens e cedem aos eventos do momento, se estes não constroem conhecimento real? A experiência vivida só se concretiza após avaliar (e não apenas apreciar) as lições aprendidas.

O processo de escrita delineia o amadurecimento.

Fornece oportunidades de visualização de realidades mais complexas.

Amplia o olhar sobre o PRESENTE.

Aumenta o autoconhecimento.

Ao invés de acumular uma experiência sobre a outra de maneira passiva. A escrita acessa atitude mais reflexiva e crítica diante da realidade com perguntas determinantes:

-Como foi o meu hoje?

-O que quero do meu amanhã?

-Que medidas tomar para alcançar os meus sonhos?

-Estou alinhado/alinhada com o meu propósito?

Na experiência com meus alunos e alunas deixo o desafio de criar o seu próprio modelo de negócio (Canva) e escrever um e-book como trabalho final.

Isso tem me rendido uma sensação de dever cumprido. Pensando no processo e não no resultado, tenho me realizado na jornada.

Muito diferente das escolas, as empresas se adaptam a esta nova narrativa dos tempos atuais: a necessidade de oferecer um ambiente, ao mesmo tempo, criativo e produtivo. Tem lutado para melhorar as políticas de comunicação e ampliando cuidados com a saúde emocional dos colaboradores.

Fonte: portaleducacao.com.br em setembro de 2020.



domingo, setembro 20

Revisitando Eva... Do poder do símbolo à reinvenção (versão) de uma história universal

    Revisitando Eva... Do poder do símbolo à reinvenção (versão) de uma história universal

    Eu adoraria revisitar a Eva no paraíso e fazer a seguinte pergunta:

    _Eva, se você pudesse voltar atrás, ao invés de morder a maçã, qual seria a experiência escolhida?

    _Tânia, eu escolheria ceder à tentação de dar um mergulho no mar em um paraíso tropical! Pelo menos seria algo mais profundo, largo e imenso... Claro, se eu soubesse que uma mordidinha causaria tanto transtorno. Desculpa aí, heim?

    Terminaríamos nossa conversa dando gargalhadas.

    No mundo simbólico, da Contação de Histórias, tudo é possível.

    Essa é a minha versão, qual é a sua?












    Se quiser indicar este texto utilize o link: https://www.linkedin.com/pulse/revisitando-eva-do-poder-s%25C3%25ADmbolo-%25C3%25A0-reinven%25C3%25A7%25C3%25A3o-vers%25C3%25A3o-de-augusto

    Toni Morrison interview on Woman.Life.Song with Clarissa Pinkola Estes a...

    Curso: Receptivo Afroturismo Mineiro

    "Ao participar do curso sob a perspectiva do Afroturismo em cidades mineradoras como Itabira é espreitar um exercício que chamo de...