sábado, março 21

Portfólio de um Agente Cultural para Trajetória Artística como documento estratégico para participar de editais de fomento à cultura

Fomento Cultural💪

Portfólio de um Agente Cultural para Trajetória Artística
Documento estratégico para participar de editais de fomento à cultura.
O que é:
Um portfólio de um Agente Cultural para Trajetória Artística é um documento estratégico (geralmente em PDF) que comprova a sua história, continuidade e impacto no campo cultural. Diferente de um currículo, ele é visual e focado na validação das realizações, servindo como uma "vitrine" de suas habilidades. Deve comprovar sua atuação artística (ex: 24 meses ou mais, dependendo do edital).
Estrutura do Portfólio:
  1. Capa e Dados Pessoais:
    • Nome completo e Artístico, foto de perfil, contatos (telefone/e-mail), CPF/CNPJ, links de redes sociais profissionais.
  2. Bio/Trajetória Profissional:
    • Texto curto narrando sua trajetória, principais habilidades, áreas de atuação e sua identidade artística.
  3. Destaques da Trajetória ("Recheio"):
    • Projetos Realizados: Nome do projeto, ano, local, função que exerceu e público atingido.
    • Portfólio Visual/Auditivo: Fotos em alta qualidade, links de vídeos (YouTube/Vimeo) de apresentações, áudios, ou recortes de jornais.
    • Cronologia: Organize por ordem cronológica (inversa, do mais novo para o mais antigo) para mostrar sua evolução recente.
  4. Reconhecimento/Comprovações:
    • Folders, cartazes, busdoors, certificados de premiações, matérias de jornal/blogs que comprovem sua atuação.
  5. Depoimentos e Parceiros:
    • Cartas de recomendação de parceiros, comunidade ou público e logomarcas de instituições com as quais colaborou.
  6. Indicadores de Impacto e Percepção de Público:
    • Formulário Online de Feedback (Google Forms).
    • Métricas de Redes Sociais (Orgânicas) e Clipping (Repercussão na Mídia).
    • Registro Fotográfico/Vídeo (Antes e Depois).
Dica de Trajetória (Estratégia para Pareceristas):
Ao concorrer, foque na continuidade (quantos anos você atua) e na qualidade das imagens que comprovam sua presença no local. Destaque com marcadores, negrito ou realces a sua imagem ou o seu nome em cada material incluído no portfólio (fotos, vídeos, certificados, etc.). Isso facilita a avaliação do parecerista e ajuda a comprovar sua participação no projeto, tornando a análise mais consistente e justa.

Fontes de Pesquisa (Baseadas em Documentos de Fomento)

Modelo de Portfólio (PM Americana/SP):Dúvidas Frequentes Lei Aldir Blanc (PM Ubá/MG):Modelo de Portfólio - Sec. Municipal de Cultura (Rio de Janeiro/RJ):Guia Elaboração Portfólio (Comitê de Cultura - Minas Gerais):Dicas de Comprovação Cultural (YouTube):Mapa Cultural de Pernambuco 


 

domingo, março 15

Em busca de aliados- Jornada em Projetos Culturais: do líder “bonzinho” ao líder polinizador

 

Cada projeto é uma jornada de aprendizagem coletiva. Isso significa que cada experiência deve preparar novas pessoas para assumir responsabilidades em iniciativas futuras.☙


 

Na formação de lideranças em projetos culturais de arte, é essencial diferenciar o líder “bonzinho” do líder maduro. O líder bonzinho tenta agradar a todos, evita conflitos e, sem perceber, cria dependência emocional no grupo. Já o líder maduro entende que projetos culturais não são assistencialismo, mas processos de formação humana que estimulam autonomia, responsabilidade e crescimento coletivo.

Um cuidado fundamental é identificar o manipulador aproveitador. Geralmente ele não se posiciona claramente, critica quem assume responsabilidades e, na hora decisiva, nunca está disponível. Em reuniões raramente fala mal de alguém; prefere agir nos bastidores, espalhando discórdia ou fofocas. Muitas vezes evita reuniões, constrói uma imagem frágil ou de vítima e pode causar grandes estragos no ambiente, inclusive conflitos e demissões. Por isso, a regra principal é: observe o padrão de comportamento e não apenas o discurso. Manipuladores costumam falar bem, mudar de humor com facilidade e agir de forma passivo-agressiva.



 

O líder maduro não alimenta fofocas. Se alguém traz uma crítica sobre outro membro da equipe, ele chama as partes envolvidas para conversar de forma transparente. O verdadeiro líder não conduz reuniões escondidas sobre a equipe e assume suas responsabilidades, inclusive quando erra, pois entende que a liderança exige ética e coerência.

Ele também sabe que o erro faz parte do processo de aprendizagem. Por isso delega tarefas progressivamente, começando por atividades em que os erros tenham riscos menores, permitindo que os liderados amadureçam com segurança. Ao mesmo tempo, a equipe aprende a reconhecer quando deve pedir ajuda antes de tomar decisões mais complexas. Uma regra essencial é que o líder só delega aquilo que sabe fazer, pois assim consegue orientar e avaliar o nível de maturidade do grupo.


 

Nos projetos culturais existe ainda um fator importante: a visibilidade. A arte e a cultura colocam pessoas em evidência, o que pode gerar disputas de reconhecimento. Por isso, o líder precisa reforçar um princípio básico: todo trabalho é coletivo e cada função tem valor — da equipe de limpeza ao coordenador, do porteiro ao gerente, do técnico de luz ao artista.

Outro aspecto pedagógico dos projetos culturais é que eles funcionam em ciclos: têm começo, meio e fim. Cada projeto é uma jornada de aprendizagem coletiva. Isso significa que cada experiência deve preparar novas pessoas para assumir responsabilidades em iniciativas futuras.

┌────────────────────────────────────┐
CONCEITO: LÍDER POLINIZADOR 🌱
O líder polinizador é aquele que espalha conhecimento, experiência e oportunidades por onde passa. Assim como a polinização na natureza gera novos frutos, esse líder forma outras lideranças durante o processo do projeto. Ele não centraliza poder: compartilha saberes, cria autonomia e prepara o grupo para continuar transformando a comunidade mesmo após o fim do projeto.
└────────────────────────────────────┘

Quando essa visão está presente, o projeto cultural deixa de ser apenas uma ação pontual e se transforma em um verdadeiro processo pedagógico de formação de novos líderes para a cultura e para a comunidade.

 

Por Lúcia Tânia Augusto 

segunda-feira, março 2

A Jornada do Herói e os Rituais de passagem: ações formativas de acolhimento da criança com deficiência visual na escola nos primeiros anos

 

Segundo Joseph Campbell, em sua obra "O Herói de Mil Faces", identifica que os  rituais fazem parte de uma estrutura básica da vida social e psicológica, especialmente na transição da infância para a idade adulta, e são o cerne da "Jornada do Herói" ou a visão ampliada do Monomito: separação-iniciação-retorno. O autor que se debruçou sobre o tema, citado por Campbell em seus anos de pesquisa sobre o assunto foi Van Gennep, que em 1906 publicou o clássico Os Ritos de Passagem. 

Histórias são repositórios de MITOS e ampliam a capacidade de utilizarmos recursos da  narratologia, da semiótica, da ludologia e  da gramática dos símbolos nos processos de interação com o ambiente escolar.  


 

"Os velhos mestres sabiam do que falavam. Uma vez que tenhamos aprendido a linguagem simbólica, basta apenas o talento de um organizador de antologias para permitir que seu ensinamento seja ouvido." p. 11. CAMPBELL, 2007. 

 

 Os rituais de passagem, como o ingresso na escola ou a transição para novas etapas de aprendizagem, constituem momentos de grande impacto emocional na vida das crianças. Para meninas e meninos com deficiência visual, esses momentos demandam atenção especial, pois envolvem não apenas o conhecimento do ambiente e das rotinas escolares, mas também o desenvolvimento de vínculos afetivos e a construção de autonomia em meio a mudanças. 

 Projetos que utilizam artes integradas e rodas terapêuticas adaptadas oferecem uma alternativa eficaz para tornar essas transições mais significativas e acolhedoras, promovendo o reconhecimento das emoções, a expressão de sentimentos e o fortalecimento das relações com colegas e educadores.

 As artes integradas como uma das áreas de conhecimento nas subcategorias de propostas culturais  desempenham um papel fundamental nos projetos culturais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) por permitirem a união de diferentes linguagens artísticas — como teatro, dança, música, artes visuais, audiovisual e literatura — em uma mesma proposta.

https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/historia-griots-contadores-de-historias-da-africa-antiga.phtml
https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/historia-griots-contadores-de-historias-da-africa-antiga.phtml
 

Já a interação por processos que mesclam diversas práticas de inserção da criança no mundo dos adultos tem outros nomes, contemporaneamente, podem ser chamados  de arteterapia, musicoterapia, contação de histórias, saberes ancestrais (indígenas e africanos) e a participação de mestres e mestras dialogam  com as premissas da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB)  são fundamentais para a democratização do acesso, valorização da diversidade, e promoção da cidadania e saúde mental através da cultura e, mais importante: a sensação de PERTENCIMENTO.

Assim, ao lidar com esses vários elementos que não são tão somente  artísticos, mas ferramentas pedagógicas que estimulam o fortalecimento da identidade brasileira criando uma ponte entre educação e cultura. No contexto da PNAB, que visa democratizar o acesso e valorizar a diversidade cultural, essa abordagem interdisciplinar é crucial para fortalecer a identidade cultural, promover a inclusão social e incentivar a inovação nos projetos.
 
Por Lúcia Tânia Augusto 
Epocriativa- Escritório de Projetos de Arte e Cultura 
 

 

domingo, março 1

Um ponto. Uma rede de amor II. O processo criativo na escrita do Livro em Braille: Distinta e Tirésias, o seu gato-guia. Por Maria Amélia Godói

A forma como transmitimos um conselho pode se dar  por meio de diversas linguagens. No processo criativo da literatura, pode surgir subitamente como forma de expressões de cura da escrita criativa, símbolos e fórmulas terapêuticas.  

Para apoiar a mãe de Distinta, trazemos esses mimos de Maria Amélia Godoi, mãe-avó e terapeuta, especialista em Biografia Humana e Floralterapia: uma poesia, um talismã e uma fórmula Floral. 

A confiança 
e a consciência, 
são portas de entrada 
 para TODA relação, 
a partir delas surge 
 a PROTEÇÃO. 
Assim a mãe confiança 
disse à filha consciência : 
— Já esta na hora da sua escola começar,
 pegue sua mochila: 
PROTEÇÃO 
e vá logo 
para não perder seu horário. 
💝🚩🗾 
 
 
E da poesia vem o Talismã de Proteção: um trevo de quatro folhas, um gato azul, um coração e uma figa
Florais de Bach: A Força da Mudança e do Aprendizado
Esta fórmula combina dois pilares essenciais para esse processo de transição da mãe, para apoiar a filha. É sobre a mudança do ambiente seguro da casa para um novo mundo, cheio de novidades com desafios, perigos, aliados que não permite a procrastinação:
  1. Walnut (O Protetor): O floral da individualidade. Ele cria um escudo contra influências externas e opiniões alheias, conferindo a constância necessária para enfrentar transições — como novos ciclos de vida ou de carreira — com proteção e firmeza de propósito.
  2. Chestnut Bud (O Aprendizado): O floral da sabedoria. Ele desperta a atenção plena para que você aprenda com as experiências e não repita velhos erros. É a chave para quebrar ciclos negativos, promovendo foco e uma autoconsciência renovada.
Juntos, eles garantem que você siga seu caminho com clareza, livre de padrões do passado e protegida em sua essência.
 
Com amor,
 
Maria Amélia

 

Um ponto. Uma rede de amor I. O processo criativo na escrita do Livro em Braille: Distinta e Tirésias, o seu gato-guia. Por Marina de Jesus Leite

O processo criativo de cada escritor, escritora é diferente. No meu caso, sempre vejo como uma experiência coletiva de um lado e de uma profunda e obstinada pesquisa sobre minhas personagens e suas conexões do outro. Só é possível viver em rede, de forma que ponto a ponto (como o braille) a gente vá desvelando, revelando caminhos. 

 O livro infantil em Braille "Distinta e Tirésias, o seu gato-guia", aponta o tempo todo para a escuta, para o desconforto, para o desafio sobre o outro e nossa capacidade de conexão.  

Com um assunto tão sensível que narra a história de uma menina de 7 anos de idade, deficiente visual, tem suscitado a necessidade de repensar como transformar a questão da acessibilidade em uma reflexão de todos, de toda a sociedade. 

Nesse processo, busquei compreender a história pelo olhar da mãe.Assim, para fomentar reflexões fundamentais, chamei algumas amigas para me ajudarem na seguinte provocação: 

"Como criar estratégias para a mãe de Distinta planejar um caminho de ida e volta, da casa-escola-casa, sem se perder em si mesma, para a filha?"

"Como garantir para a filha o máximo de autonomia? Como criar, ponto a ponto, um roteiro para que o caminho seja o mais tranquilo possível?"

Vamos ver as dicas de Marina de Jesus Leite. 

As minhas estratégias seriam: 

1) perfazer o caminho até a escola e conhecer os arredores para ver qual o mais fácil/acessível 

2) depois faria o caminho com a Distinta identificando alguns pontos de referência 

3) conhecer o pessoal da escola para criar um vínculo de empatia/confiança 

4) acompanhar a filha até ela se formar

Epocriativa - Escritório de Projetos de Arte e Cultura: Saiba mais sobre a Portaria MinC n.º 243, de 9 de ...

Epocriativa - Escritório de Projetos de Arte e Cultura: Saiba mais sobre a Portaria MinC n.º 243, de 9 de ...: A Portaria MinC n.º 243, de 9 de outubro de 2025, consolida e atualiza as regras para a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (...

Saiba mais sobre a Portaria MinC n.º 243, de 9 de outubro de 2025 - PNAB Ciclo 2

A Portaria MinC n.º 243, de 9 de outubro de 2025, consolida e atualiza as regras para a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), focando no Ciclo 2 de repasse de recursos.
O documento unifica procedimentos de solicitação, execução e prestação de contas, garantindo maior transparência e segurança jurídica via plataforma CultBR, além de definir prazos e obrigações para entes federativos.
Principais Pontos da Portaria MinC nº 243/2025:
==>Consolidação:** Reúne normativas anteriores em um único documento, facilitando a gestão da PNAB (Lei nº 14.399/2022).
==>Foco no Ciclo 2: Estabelece diretrizes para o segundo ciclo de repasses aos estados e municípios, iniciado em 2025.
==>Plataforma CultBR: Institui o uso da plataforma para monitoramento e transparência na execução dos recursos.
==>Prazos de Execução: Os entes federativos têm até 36 meses, após o repasse da última parcela, para a execução financeira, com obrigação de devolução de recursos não utilizados à União em até 30 dias após o prazo.
==>Transparência Bancária: Exige o uso da plataforma BB Gestão Ágil para conta específica, garantindo rastreabilidade do dinheiro público.
==>Gestão de Inadimplência: Estabelece procedimentos em caso de omissão na prestação de contas, incluindo a instauração de tomada de contas especial se necessário.
[A norma entrou em vigor na data de sua publicação, visando apoiar agentes culturais e dar continuidade à política federal de cultura.]
***Links relacionados:
**Legislação PNAB**
-Lei Nº 14.399, de 8 de julho de 2022 - Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura
-Lei Nº 14.719, de 1º de novembro de 2023 - Diretrizes para aplicação de recursos da PNAB no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) -Lei nº 14.903, de 27 de junho de 2024 - Estabelece o marco regulatório do fomento à cultura, no âmbito da administração pública da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
-Decretos
Decreto Nº 11.740, de 18 de outubro de 2023 - Decreto regulamentador da Lei nº 14.399/2022
Decreto Nº 11.453, de 23 de março de 2023 - Decreto de Fomento à Cultura
-Portarias
Portaria MinC Nº 218, de 11 de junho de 2025 - Institui o Programa Nacional Aldir Blanc de Requalificação
Portaria MinC Nº 217, de 11 de junho de 2025 - Institui o Programa Nacional Aldir Blanc de Formação em Gestão Pública de Cultura
Portaria MinC Nº 216, de 11 de junho de 2025 - Institui o Programa Nacional Aldir Blanc de Apoio a Ações Continuadas
Portaria MinC nº 243, de 9 de outubro de 2025 - Estabelece diretrizes complementares para solicitação de recursos, execução, monitoramento e avaliação dos resultados da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, instituída pela Lei nº 14.399, de 8 de julho de 2022
-Instruções Normativas
Instrução Normativa MinC Nº 10, de 28 de dezembro de 2023 - Ações Afirmativas e Acessibilidade na PNAB
-Legislação Cultura Viva
Lei Nº 13.018/2014 - Política Nacional de Cultura Viva
-Portarias
Portaria MinC nº 206, de 13 de maio de 2025 - Define novas diretrizes para aplicação dos recursos da Aldir Blanc na Política Nacional Cultura Viva (PNCV) -Instruções Normativas
Instrução normativa MinC Nº 08/2016 - IN Política Nacional de Cultura Viva
Instrução Normativa MinC Nº 12/2024 - IN de Bolsas e Prêmios Cultura Viva
Fonte: https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/politica-nacional-aldir-blanc/politica-nacional-aldir-blanc/legislacao-ciclo-2 em 01/03/2026
Lúcia Tânia Augusto

sábado, fevereiro 21

A escritora e folclorista Andreia Patrícia participa, no próximo sábado, do Festival Sempre um Papo, iniciativa do Governo de Minas. Na oportunidade, divulgará suas obras "O livro do congadeiro" e "Memórias que não se perdem"#SempreUmPapo#EnergiaDaCultura

A escritora é folclorista Andreia Patrícia participa, no próximo sábado, do Festival Sempre um Papo, iniciativa do Governo de Minas. Na oportunidade, divulgará suas obras "O livro do congadeiro" e "Memórias que não se perdem"
#SempreUmPapo
#EnergiaDaCultura

Camisetas Epocriativa - Coleção 2026

Elas são daquele tecido que é uma malha molinha - Dry Fit é um tecido tecnológico composto principalmente por poliéster (às vezes com poliamida ou elastano), ideal para roupas esportivas e uniformes.
Leveza - Liberdade - Estilo - Criatividade

segunda-feira, fevereiro 16

No que diz respeito aos serviços e produtos da Epocriativa trata-se de uma empresa voltada para a pesquisa em Ciências Humanas, elaoração, análise e avaliação de projetos culturais. Oferecendo Consultoria para projetos que contemplem os princípios da Indústria Criativa.
Observa-se que o programa ou projeto é o elo entre uma situação problemática atual e uma situação futura e se pressupõe que haverá uma melhora no status do problema.
Para que o programa ou projeto cumpra sua função, seu desenho deve encadear insumos para a realização de atividades que convergem produtos. Os três principais fundamentos ou pilares da economia criativa, frequentemente citados na literatura especializada (especialmente por autores como John Howkins e no contexto de desenvolvimento econômico), são:
1.Criatividade: É o insumo fundamental, o capital intelectual, a capacidade de gerar novas ideias, conceitos ou produtos originais.
2.Cultura: A cultura fornece o contexto, os valores, o patrimônio e a identidade que nutrem a criatividade, transformando o capital cultural em bens e serviços simbólicos.
3.Tecnologia (ou Inovação/Propriedade Intelectual): A tecnologia, particularmente a digital, atua como um facilitador para a produção, distribuição e consumo das criações, além de proteger os ativos criativos por meio de direitos autorais e de propriedade.
Estes três elementos interagem entre si, transformando o capital criativo em valor econômico e social. Outras vertentes complementares de fundamentos incluem:
-Empreendedorismo: Foco na transformação da ideia criativa em um negócio viável.
-Sustentabilidade: Design voltado para o futuro e baixo impacto ambiental (design sustentável, materiais biodegradáveis).
-Redes e Comunidade: Fortalecimento das relações sociais e territoriais
Quer conhecer mais sobre os nossos serviços? Só marcar!

Serviços prestados pela Epocriativa: Fluxo de Interferência nas Políticas Públicas e Validação de Ações

### **Fluxo de Interferência nas Políticas Públicas e Validação de Ações**
1. **Diagnóstico do Território e das Demandas** Levantamento das necessidades culturais, sociais e institucionais junto a artistas, gestores, comunidades e órgãos públicos.
2. **Curadoria Educacional e Planejamento Formativo** Estruturação de conteúdos, metodologias e programas de formação alinhados às diretrizes das políticas culturais vigentes.
3. **Capacitação da Cadeia de Valor da Arte** Formação de agentes culturais, gestores e técnicos para atuação qualificada, transparente e sustentável.
4. **Fortalecimento Institucional** Qualificação de organizações, coletivos e equipamentos culturais para gestão, prestação de contas e articulação com o poder público.
5. **Elaboração e Adequação de Projetos** Desenvolvimento de projetos tecnicamente consistentes, alinhados aos editais, planos culturais e marcos legais.
6. **Submissão e Acesso ao Fomento Público** Inserção dos projetos nos mecanismos de financiamento, ampliando o alcance das políticas públicas.
7. **Implementação das Ações Culturais** Execução organizada das atividades, com impacto social, educativo e territorial.
8. **Monitoramento e Avaliação** Acompanhamento de resultados, indicadores e metas, gerando dados confiáveis para gestores públicos.
9. **Validação Técnica e Institucional** Reconhecimento da qualidade das ações por conselhos, secretarias e órgãos de controle.
10. **Retroalimentação das Políticas Públicas** Produção de relatórios, diagnósticos e experiências que contribuem para o aprimoramento das políticas culturais.
### **Resultado Final** Esse fluxo transforma a atuação da Epocriativa em um elo estratégico entre sociedade civil, mercado cultural e poder público, qualificando projetos, fortalecendo instituições e contribuindo diretamente para políticas públicas mais eficazes, democráticas e sustentáveis.]]

sábado, janeiro 24

Curso: Receptivo Afroturismo Mineiro

"Ao participar do curso sob a perspectiva do Afroturismo em cidades mineradoras como Itabira é espreitar um exercício que chamo de “Um novo olhar sobre o mesmo lugar'.
É interessante notar que os alunos e alunas estarão diante de um desafio peculiar: observar sob que lente enxergam o próprio território. Colocar-se diante um espelho em que o que se vê é a projeção da cidade em que ele aprendeu a circular, apostando em paradigmas e crenças eurocêntricas de território.
Considero o curso um modernismo contemporâneo. Que questiona padrões e vai em busca de aspectos nunca antes refletidos.
Itabira, uma cidade cuja economia é profundamente ligada à mineração, pode parecer um lugar improvável para se falar em afroturismo. Afinal, a mineração é a principal fonte de renda e emprego para muitos moradores. Mas é justamente essa estranheza que nos convida a pensar fora da caixa.
O afroturismo não é apenas sobre promover a cultura negra, mas também sobre encontrar novas formas de valorizar a história e a identidade de uma cidade. Deixar de lado, por um momento, gostos impostos pela colonização européia sobre o que é bonito ou feio, digno de ser contemplado ou ignorado, o que é caro ou barato, o que tem Valor e o que não tem Valor…
É um convite a explorar as rias e veias da nossa cultura, muitas vezes esquecidas ou subestimadas. É um exercício de criatividade e inovação, que nos desafia a ver além da mineração e descobrir novas possibilidades.
Nesse sentido, o diagnóstico que fizemos com vocês é fundamental. Ele nos ajuda a entender como vocês percebem o afroturismo em Itabira e quais são as suas expectativas em relação ao curso. É um ponto de partida para nossa jornada juntos, um convite a explorar novas ideias e perspectivas
Venha descobrir o poder do Afroturismo Mineiro!
O Afroturismo é uma forma de turismo que valoriza a cultura e a história afro-brasileira, promovendo pertencimento, identidade e reparação histórica de territórios criativos.
Perído de inscrições: de 23/02 a 10/04/2026 Data e horário: 11/04/2026, das 8h às 18h
Local: Casa 3. R. Josefina Bragança, 91. Vila Piedade. Itabira, MG.
Investimento: R$ 150,00 (cento e cinquenta reais)
Aprenda: - A importância do rigor da pesquisa da história local - Como o Afroturismo pode ser uma ferramenta de transformação social e econômica para as comunidades periféricas - Mapeamento dos pontos turísticos da localidade como trabalho final para receber certificado! Vagas limitadas: 20

EPOCRIATIVA: Fomentando a Arte e a Cultura Afro-Brasileira em Itabira

Mais curto: A Epocriativa é uma empresa criativa de consultoria e formação em arte e cultura, fundada em 2018 e dirigida por Lúcia Tânia Augusto, com sede em Itabira. Atua com pesquisa histórica, filosofia da arte e sociologia da cultura, além de capacitação técnica e qualificação do fomento cultural. Desenvolve formações, consultorias e análises de projetos com respeito aos artistas e criadores. Seu trabalho cria estratégias para o fortalecimento da arte mineira, aliando abordagem crítica da cadeia de valor da arte, justiça territorial e rigor técnico.
Nossos Serviços
- Pesquisa Qualitativa e Histórica - Economia Criativa - Consultoria Criativa e Gestão de Projetos - Produção Cultural - Assessoria Contábil e Jurídica - Consultoria de Acessibilidade - Pedagogia - Cursos: - Produção Cultural - Analista Técnico e Parecerista Municipal de Projetos Culturais - Afroturismo Receptivo - Elaboração de Projetos Culturais
Nossa Missão
Fomentar o mercado da arte e da cultura afro-brasileira em Itabira, oferecendo suporte à cadeia de valores das artes e promovendo a inclusão e a acessibilidade.
Nossa equipe é composta por profissionais independentes e parceiros comerciais especializados em diversas áreas das artes e cultura. Estamos à disposição para fornecer profissionais da área e nossos artistas para atender suas necessidades.
Endereço: Rua Guarda Mor Custódio, 155 - Letra E Centro, Itabira, MG

domingo, janeiro 4

Nossos projetos: Território Aleijadinho

O projeto Território Aleijadinho integra o conjunto de ações da Epocriativa – Escritório de Projetos de Arte e Cultura voltadas à valorização da história da arte brasileira, do patrimônio cultural e das identidades territoriais de Minas Gerais.
Trata-se de um projeto de pesquisa que reunirá pesquisadores de Sabará, Ouro Preto e Belo Horizonte, promovendo um diálogo qualificado entre diferentes territórios, acervos, experiências acadêmicas e saberes locais.
Partimos da compreensão de que o folclore mineiro, em suas múltiplas linguagens artísticas, é profundamente influenciado pela arte barroca e pela cultura urbana, tendo em Ouro Preto, Sabará e Congonhas importantes epicentros irradiadores de práticas, símbolos e narrativas que moldam a mineiridade. Esses lugares concentram não apenas obras consagradas, mas modos de vida, festas, gestos, imaginários e memórias que seguem ativos no presente.
Esses territórios sustentam diálogos permanentes entre identidade e alteridade, entre discurso e prática, entre tradição e contemporaneidade. É nesse campo simbólico que reconhecemos a força da sustentabilidade cultural e dos diálogos intergeracionais, fundamentais para a preservação e reinvenção do folclore e para a compreensão daquilo que chamamos, com afeto e complexidade, de mineiridade.
O Território Aleijadinho propõe revisitar esse patrimônio a partir de uma perspectiva crítica e sensível, colocando em foco não apenas a genialidade de Antônio Francisco Lisboa, o Mestre Aleijadinho, mas também os silêncios históricos que atravessam sua trajetória. Entre eles, destaca-se a presença feminina — frequentemente invisibilizada — na construção simbólica, social e cultural do Barroco mineiro.
Que mulheres faziam parte do cotidiano de Aleijadinho? Como era o universo feminino palpável em sua vida? Quais referências, vínculos e experiências atravessaram sua formação? O que os acervos, documentos, tradições orais e práticas populares podem revelar para essa pesquisa?
Ao levantar essas questões, o projeto amplia o campo da história da arte ao integrar pesquisa, educação patrimonial e Artes Integradas como estratégia de ação. Atuamos diretamente em escolas de educação em tempo integral, garantindo aos jovens o Direito Cultural e o acesso a uma história da arte que é também brasileira, plural, feminina e territorializada.
O Território Aleijadinho não é apenas um projeto de investigação histórica, mas um processo formativo que conecta pesquisadores, educadores, estudantes e territórios, articulando passado e presente, patrimônio e educação, arte e cidadania.
É direito dos jovens conhecerem a própria história sem deturpações e, por meio do pensamento crítico, da curiosidade e do espírito de pesquisa, desenvolverem habilidades que os tornem cidadãos mais plenos, conscientes e comprometidos com seu papel no mundo.

Nossos Projetos: Projeto Cultural "Cantos para as mulheres do Congo" pelo Grupo Cantos de Congo

O Projeto Cultural “Cantos para as Mulheres do Congo”, realizado pelo Grupo Cantos de Congo, integra o conjunto de iniciativas da Epocriativa – Escritório de Projetos de Arte e Cultura comprometidas com a arte como instrumento de formação crítica, justiça social e fortalecimento dos direitos humanos. Trata-se de um projeto que articula cultura, educação e consciência global, conectando tradições afro-diaspóricas a debates urgentes do mundo contemporâneo.
Inspirado no princípio “pensar globalmente e agir localmente”, o projeto desenvolve ações pedagógicas voltadas para escolas de educação em tempo integral, dialogando especialmente com jovens e educadores.
Por meio da música, do canto, da oralidade e da memória ancestral, o projeto amplia o olhar dos participantes para realidades africanas contemporâneas, em especial a da República Democrática do Congo, estabelecendo pontes críticas com a realidade social brasileira.
O eixo central do projeto é o protagonismo das mulheres — mulheres africanas, mulheres negras, mulheres brasileiras — compreendidas como guardiãs de saberes, mas também como corpos historicamente atravessados por violências estruturais. Ao evocar os “cantos”, o projeto afirma a cultura como forma de denúncia, resistência e cuidado coletivo, fortalecendo processos de empatia, irmandade e mobilização social.
Esse debate se torna ainda mais urgente diante de dados alarmantes divulgados pelo Unicef. Apenas nos primeiros nove meses de 2025, mais de 35 mil casos de violência sexual contra crianças foram registrados na República Democrática do Congo, em um cenário descrito como endêmico, sistêmico e em ascensão.
Em 2024, quase 45 mil episódios foram reportados, representando cerca de 40% de todos os casos de violência sexual denunciados no país, um aumento significativo em relação a 2022. O Unicef alerta, ainda, que os números reais podem ser muito maiores, devido à subnotificação causada pelo medo, pela insegurança e pelo acesso limitado a serviços de proteção.
Ao trazer esses dados para o contexto educativo e cultural, o Cantos para as Mulheres do Congo não busca apenas informar, mas formar consciência crítica. O projeto provoca reflexões sobre como a violência de gênero e contra crianças não é um problema distante ou exclusivo de outros países, mas uma questão global que se manifesta também no Brasil, sobretudo entre mulheres e meninas negras, pobres e periféricas.
Nesse sentido, o projeto convida à irmandade entre mulheres, ao reconhecimento de lutas comuns e à construção de redes simbólicas e reais de enfrentamento à violência. A cultura, aqui, não é ornamento: é linguagem política, é pedagogia do sensível, é ferramenta de transformação social.
Para a Epocriativa, apoiar e difundir projetos como este reafirma nosso compromisso com uma cultura viva, crítica e territorializada, capaz de dialogar com o mundo sem perder suas raízes locais, e de formar sujeitos mais conscientes, solidários e engajados na defesa da dignidade humana.
Fonte: https://news.un.org/pt/story/2025/12/1851936
Por Lúcia Tânia Augusto

Nossos projetos: Projeto Musical "Choro Itabirano" com o Trio Doce de Côco

O Choro Itabirano é um projeto cultural executado pelo Trio Doce de Côco que reafirma o choro como linguagem viva, popular e profundamente brasileira, conectando tradição, território e memória musical.
Em sintonia com o reconhecimento do choro como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan, em fevereiro de 2024, o projeto assume como eixo central a valorização de um gênero historicamente marginalizado, mas fundamental para a formação da música popular brasileira.
Nascido no final do século XIX, no Rio de Janeiro, o choro consolidou-se a partir de formações instrumentais como violão, cavaquinho e flauta, combinando influências europeias com matrizes afro-brasileiras. Apesar de sua sofisticação musical, o gênero sofreu, ao longo de sua história, preconceitos de ordem colonialista e racista, sendo deslegitimado por elites que associavam valor artístico apenas à tradição erudita europeia (CLÍMACO, 2008).
O Choro Itabirano parte exatamente desse ponto crítico: reconhecer o choro não apenas como herança musical, mas como expressão de resistência cultural oriunda de práticas populares e periféricas.
Ao ser desenvolvido em Itabira, o projeto desloca o eixo tradicional Rio–São Paulo e evidencia a capilaridade do choro nos territórios do interior, afirmando que o patrimônio cultural brasileiro é plural, descentralizado e em permanente reinvenção. O Trio Doce de Côco, ao interpretar e difundir o repertório do choro, dialoga com a trajetória histórica dos “chorões” que, desde Chiquinha Gonzaga até os coletivos contemporâneos, sustentaram o gênero apesar da exclusão simbólica e institucional (MOURA, 2024).
O ponto mais importante que fundamenta o Choro Itabirano é a compreensão de que o reconhecimento institucional do choro não encerra sua luta histórica, mas amplia a responsabilidade de garantir sua vivência crítica, acessível e conectada às suas origens populares.
Tal perspectiva dialoga com estudos recentes que demonstram como gêneros musicais ligados à negritude e às periferias — como o choro no passado e o funk, o axé e o pagode no presente — continuam sendo atravessados por processos de desqualificação estética e apagamento epistemológico (SANTOS, 2006; ROSSE, 2025).
Assim, o projeto se posiciona não apenas como ação musical, mas como intervenção cultural e pedagógica, promovendo o choro como ferramenta de democratização do acesso à cultura, valorização da memória afro-brasileira e enfrentamento do racismo estrutural que ainda define quais expressões artísticas são legitimadas. O Choro Itabirano reafirma que patrimônio cultural não é peça de museu, mas prática viva, coletiva e situada — um direito cultural que se constrói no presente, com escuta, território e pertencimento.
Referências:
https://editora.uemg.br/quem-somos/blog/293-chorinho-patrimonio-cultural-imaterial-do-brasil-e-o-que-isso-nos-diz-sobre-generos-musicais-da-periferia
Por Lúcia Tânia Augusto

Nossos projetos: Curso Parecerista e Analista Técnico Municipal de Projetos Culturais

Cuidar da política cultural de um município também é cuidar da credibilidade da instituição pública e da confiança que a sociedade deposita nela. O gestor cultural municipal ocupa um papel central nesse processo, garantindo que a análise e a seleção de projetos culturais sejam conduzidas com transparência, rigor técnico e responsabilidade ética.
Na prática, quando proponentes e empreendedores culturais percebem falhas nos processos — como pareceres pouco fundamentados, avaliações inconsistentes ou falta de clareza nos critérios — a crítica não se dirige a uma pessoa específica. Ela recai sobre a instituição cultural como um todo e, de forma direta, sobre a gestão pública responsável.
Isso acontece porque o trabalho do parecerista é, por natureza, técnico e anônimo. Quem responde publicamente pelas decisões, pelos editais e pelos resultados é a gestão. Por esse motivo, investir na qualificação das equipes de análise vai muito além de uma exigência formal: trata-se de uma estratégia de fortalecimento institucional, de proteção da imagem pública e de construção de legitimidade.
O Curso de Analista Técnico e Parecerista Municipal de Projetos Culturais nasce com esse compromisso. Ele oferece formação técnica, ética e contextualizada para profissionais que atuam — ou desejam atuar — na avaliação de projetos culturais, contribuindo para processos mais seguros, criteriosos e alinhados às políticas públicas de cultura.
Ao qualificar quem analisa, o município fortalece quem decide. E, sobretudo, constrói uma relação mais justa, transparente e confiável com a comunidade cultural e com a sociedade.

Série histórica: Parceria com instituições acadêmicas

Por que a Série Histórica é Estratégica para Parcerias Acadêmicas em Cultura
Na sociologia da cultura, uma série histórica refere-se a um conjunto de dados ou registros culturais (como práticas, ideias, teorias, obras de arte, tendências de consumo, etc.) coletados e organizados sequencialmente ao longo do tempo.
O objetivo é utilizar essa sequência temporal para analisar a mudança e a continuidade dos fenômenos culturais dentro de um contexto social específico.
1. Compreensão Diacrônica da Cultura: A série histórica permite analisar a cultura ao longo do tempo, identificando como tradições, práticas e políticas culturais se formam, se transformam e se reorganizam, superando leituras pontuais ou isoladas.
2. Identificação de Tendências e Ciclos Culturais: A análise longitudinal possibilita mapear padrões, ciclos, surgimento e declínio de movimentos culturais, contribuindo para estudos sobre identidade, diversidade e dinâmicas simbólicas contemporâneas.
3. Contextualização Histórica e Institucional: Os dados históricos situam os fenômenos culturais em seus contextos políticos, econômicos e tecnológicos, fortalecendo pesquisas interdisciplinares e análises críticas das políticas culturais.
4. Relação entre Cultura e Sociedade: A série histórica evidencia como valores, crenças e práticas culturais moldam comportamentos sociais e, simultaneamente, são transformados pelas estruturas sociais ao longo do tempo.
5. Base Metodológica para Pesquisa Aplicada: Ao integrar a dimensão temporal à análise sociológica, a série histórica se consolida como ferramenta metodológica fundamental para pesquisas acadêmicas, projetos de extensão e produção de conhecimento aplicado em cultura.

Aspectos Qualitativos (análise de mudança institucional)

1-Transformação do habitus institucional
-Grau de padronização e coerência dos pareceres (análise documental). -Evolução da autonomia técnica e segurança decisória dos gestores.
-Incorporação de linguagem mais clara, pedagógica e fundamentada.
2-Credibilidade e confiança social
-Índice de satisfação dos proponentes culturais (pesquisas anuais).
-Percepção de justiça, previsibilidade e transparência nos processos.
-Qualidade do diálogo institucional entre Estado e agentes culturais.
3-Maturidade do campo da gestão cultural
-Redução de conflitos simbólicos entre técnicos, jurídicos e proponentes.
-Maior alinhamento entre política cultural, norma jurídica e prática administrativa.
-Fortalecimento da legitimidade simbólica da instituição cultural.

Portfólio de um Agente Cultural para Trajetória Artística como documento estratégico para participar de editais de fomento à cultura

Fomento Cultural💪 Portfólio de um Agente Cultural para Trajetória Artística Documento estratégico para participar de editais de fomento à c...