1-Transformação do habitus institucional
-Grau de padronização e coerência dos pareceres (análise documental).
-Evolução da autonomia técnica e segurança decisória dos gestores.
-Incorporação de linguagem mais clara, pedagógica e fundamentada.
2-Credibilidade e confiança social
-Índice de satisfação dos proponentes culturais (pesquisas anuais).
-Percepção de justiça, previsibilidade e transparência nos processos.
-Qualidade do diálogo institucional entre Estado e agentes culturais.
3-Maturidade do campo da gestão cultural
-Redução de conflitos simbólicos entre técnicos, jurídicos e proponentes.
-Maior alinhamento entre política cultural, norma jurídica e prática administrativa.
-Fortalecimento da legitimidade simbólica da instituição cultural.
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