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segunda-feira, novembro 9
sexta-feira, novembro 6
quarta-feira, novembro 4
Para cada vendedor profissional há, pelo menos, um comprador profissional.
Para cada vendedor profissional há, pelo menos, um comprador profissional.
Quando afirmo um, isso é feito com tristeza.
Na maioria dos treinamentos para vendedores, não todos, ao invés de focarem no conhecimento sobre os produtos e serviços, processos e técnicas de negociação corretas, a maioria busca fórmulas de como "manipular" os compradores. Qual o erro?
Há quem acredite que o mercado constitui-se somente por vendedores profissionais, como se aprender técnicas de persuasão e negociação fossem competências exclusivas de caçadores e caçadoras.
Os que se acham, equivocadamente, bons vendedores, acreditam que consumidores são presas.
Esses esquecem-se de nós, compradores profissionais.
Mas, esse grupo de presas e caçadores, está mudando.
No cenário atual, compramos e vendemos o tempo todo e, pásmem, ficamos cada vez mais competentes em escapar de fraudes. Deixamos de ser vítimas e somos donos das nossas decisões de compra.
domingo, novembro 1
Profana! Poesia de rua - Lúcia Tânia Augusto
Profana! Poesia de rua
Ela nasceu e venceu o medo das ruas! Quem é que se vê? Humm, acelerada! Profana
corre para, descobre o que é e corre contra. Contra, contrária, contraria, subversiva.
Não. Profana diz não com
frequência!
Ela, profana! Nasceu para correr, andar, sorrir, chorar. Profana não
se “beirou” pelas margens da sobrevivência. Dominava o surdo barulho do coração.
Sorveu a negritude do asfalto. A sonolenta e asquerosa perversão luminosa do
Não! Profana sorveu-se em mulher e, desde então, não observa limites, muros,
pontes... Evidências de sua passagem aceleravam as curvas. Peito, pernas e pés.
Inclina a cabeça para a direita... para esquerda... Rua, sua, lua, gurua!
Repete!
Ela
nasceu e venceu o medo das ruas! Quem é que se vê? Ela, profana! Nasceu para
correr, andar, sorrir, chorar. Profana não se “beirou” pelas margens da
sobrevivência. Dominava o surdo barulho do coração. Sorveu a negritude do
asfalto. A sonolenta e asquerosa perversão luminosa do Não! Profana sorveu-se em
mulher e, desde então, não observa limites, muros, pontes...
Repete!
Evidências de sua
passagem aceleravam as curvas. Peito, pernas e pés. Inclina a cabeça para a
direita... para esquerda... Rua, sua, lua, gurua!
Ponto!
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