quinta-feira, maio 21

🌟 CURSO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: COMO CONTAR HISTÓRIAS CANTANDO 🌟 Turma 1 — Módulo 2

 

Atenção, educadores, contadores de histórias e apaixonados por arte inclusiva! 🚀

Se você quer transformar a sua prática e criar conexões reais, prepare-se: o Módulo 2 está chegando com um conteúdo profundo e absolutamente transformador.

Neste novo passo da nossa jornada, vamos mergulhar no Monomito de Joseph Campbell e desvendar os 12 arquétipos da Jornada do Herói. Você vai descobrir como usar essa estrutura poderosa para encantar e incluir, entendendo a fundo a simbologia e a aplicação prática de três arquétipos fascinantes: Distinta, Tirésias e Narciso.

🎨 O que espera por você:

  • Domínio da estrutura narrativa do Monomito para envolver qualquer público.

  • O segredo dos 12 arquétipos na construção de histórias inesquecíveis.

  • A compreensão dos arquétipos de Distinta, Tirésias e Narciso.

👩‍🏫 Com quem você vai aprender? Grandes referências na área: Cleide Cissa e Lúcia Tânia Augusto.

📅 Data e Horário:

⚠️ Vagas Limitadas! Os dias e horários oficiais serão divulgados muito em breve. Fique de olho e ative suas notificações para garantir o seu lugar assim que abrirmos as inscrições!

🎁 Perdeu o Módulo 1? Nós temos um presente para você! Não se preocupe, você não vai ficar para trás. Peça já o seu E-book gratuito do Módulo 1: Como contar histórias com Objetos Tridimensionais (PDF).

E tem mais: de brinde, você ainda recebe duas músicas exclusivas da trilha sonora oficial do espetáculo "Distinta e Tirésias - o seu gato-guia". É só me pedir aqui no chat! 👇

💼 Quer contratar o nosso curso? Entre em contato agora mesmo com a Lúcia Tânia Augusto da Epocriativa e consulte as condições especiais.

🎬 Realização: * Epocriativa - Escritório de Projetos de Arte e Cultura (Criatividade com propósito)

🤝 Apoio: * Escola Municipal "Coronel José Batista"

  • Otimize - Gestão e Contabilidade

Não perca a chance de transformar a inclusão em arte viva!

Hoje é o Dia Mundial de Conscientização sobre Acessibilidade! Mas você sabe por quê? 🤔💡 ou Global Accessibility Awareness Day (GAAD)


Hoje é um dia fundamental no calendário global: o Global Accessibility Awareness Day (GAAD)*, ou Dia Mundial de Conscientização sobre Acessibilidade, celebrado anualmente na terceira quinta-feira de maio.


*Mas qual é a origem e o propósito desta data?*
A ideia surgiu em 2011, a partir de uma provocação de um desenvolvedor web em um blog. 

Ele questionou: "Por que não existe um dia para pensarmos e aprendermos sobre acessibilidade digital?". O apelo ecoou e a data se oficializou no ano seguinte, com o objetivo claro de focar no ambiente digital — sites, aplicativos, softwares e dispositivos móveis — que muitas vezes impõem barreiras a mais de 1 bilhão de pessoas com deficiência ao redor do mundo.


*Por que a Epocriativa celebra o GAAD?*
Porque que a verdadeira criatividade só existe se for inclusiva. 💚
 



Acessibilidade não é apenas cumprir requisitos técnicos ou legais. É sobre garantir que o conhecimento, a arte e a inovação que compartilhamos cheguem a todos, sem exceção. É sobre design universal, empatia e construção de pontes.


Hoje é um dia para:
 * *Falar:* Trazer o tema para as nossas conversas e projetos.
 * *Pensar:* Refletir se o que estamos criando é acessível a pessoas com deficiências visuais, auditivas, motoras ou cognitivas.
 * *Aprender:* Descobrir novas ferramentas e práticas que tornem a web e o mundo mais acolhedores.
A criatividade que não considera a diversidade de usuários está incompleta. 

Que este GAAD nos inspire a desenhar um futuro onde a acessibilidade seja o ponto de partida, e não um detalhe final.
Vamos criar juntos um mundo mais acessível?

Aprofunde-se no tema:

 



#Epocriativa #GAAD #AcessibilidadeDigital #Inclusão #DesignUniversal #CriatividadeInclusiva #Conscientização #DiaMundialdaAcessibilidade


quarta-feira, maio 20

Além das barreiras invisíveis: como a Acessibilidade Atitudinal transforma a cultura

 Quando pensamos em acessibilidade, a primeira imagem que vem à mente de muita gente é uma rampa de acesso, um elevador ou um piso tátil. Claro, a estrutura física é fundamental. Mas você já parou para pensar na barreira mais difícil de ser derrubada? *A barreira da atitude.*


 


Desenvolver um projeto cultural que realmente faça a diferença exige mergulhar na *Acessibilidade Atitudinal*. Isso significa transformar a maneira como as pessoas percebem, acolhem e interagem com a pluralidade humana. Significa desconstruir o capacitismo no dia a dia, eliminando preconceitos, estereótipos e aquela velha condescendência que isola em vez de incluir.



É com esse propósito que nasce o nosso mais novo projeto! Desenvolvido em uma parceria muito especial com a professora, contadora de histórias e mediadora cultural *Cleide Cissa*, desenhamos um ecossistema inclusivo dividido em três grandes frentes:


### 1. Curso de Educação Inclusiva:  Como contar histórias com objetos tridimensionais e os desdobramentos: canto, dança circular e leitura em Braille 📚🎨
Formar educadores e agentes culturais é o primeiro passo para espalhar essa semente. Neste curso prático, mergulhamos na potência das narrativas sensoriais e no uso pedagógico de objetos tridimensionais. O objetivo é instrumentalizar quem está na linha de frente para que as salas de aula e os espaços de leitura se transformem em territórios de real acolhimento e encantamento.



### 2. Vídeocast Imagem não é tudo 🎙️✨
A palavra convence, mas o diálogo transforma. O nosso vídeocast chega para ser um espaço aberto de reflexão, leveza e debate necessário. Vamos amplificar vozes, compartilhar experiências e discutir como a sociedade pode — e deve — se reestruturar para garantir que a arte, o conhecimento e o afeto cheguem a todo mundo, sem distinção.


### 3. Livro Distinta e Tirésias, o seu gato-guia 🐈‍⬛📖
A literatura é uma janela para o mundo, e ela precisa estar aberta para todos os sentidos. Este lançamento literário traz a história sensível de Distinta e seu companheiro de quatro patas. Mais do que um livro com texto em Braille, o projeto vem acompanhado de um kit pedagógico tátil. Uma obra pensada para valorizar o protagonismo da pessoa com deficiência visual e transformar o ato de ler em uma experiência sensorial rica, compartilhada e inesquecível.


### O Futuro é Coletivo e Inclusivo
Mudar atitudes é um trabalho diário, coletivo e de formiguinha. Acreditamos que a cultura cumpre o seu papel mais nobre quando humaniza as relações e emancipa o ser humano.


Acompanhe os próximos passos da *Epocriativa* e da *Cleide Cissa* nessa jornada. Vamos espalhar essas histórias e construir, juntos, um mundo onde a acessibilidade seja, antes de tudo, uma atitude natural do coração. ❤️


Qual é a sua opinião? Como você enxerga o papel da acessibilidade atitudinal no seu dia a dia ou na sua comunidade? Vamos conversar nos comentários!


 

sexta-feira, maio 15

Sentir a história: A tridimensionalidade na Contação de Histórias

Contar histórias utilizando objetos tridimensionais como elemento principal é uma das formas mais potentes de promover a acessibilidade e a inclusão. Para o público de **pessoas com deficiência visual**, o objeto não é um mero adorno; ele é o cenário, o personagem, a metáfora e a própria imagem que será construída na mente de quem ouve.
Para que essa experiência seja rica, respeitosa e verdadeiramente inclusiva, o processo deve ser planejado detalhadamente. Aqui está o passo a passo para estruturar essa dinâmica:
## Passo 1: Seleção e Preparação do Objeto (A Curadoria Tátil)
Nem todo objeto funciona bem pedagogicamente. A escolha deve prezar pela segurança, pelo estímulo sensorial e pela fidelidade à narrativa.
 * **Riqueza de Texturas:** Evite o plástico liso e uniforme. Prefira objetos que tragam contrastes táteis: a aspereza da madeira, o calor do feltro, o frescor do metal, a leveza de uma pena ou a densidade da argila.
 * **Fidelidade de Formas:** O formato do objeto deve ser claro e reconhecível ao toque. Se for uma miniatura (como um animal ou uma casa), certifique-se de que as proporções mantêm a essência do que representam.
 * **Segurança em Primeiro Lugar:** Elimine qualquer material cortante, pontiagudo ou que solte partes pequenas que possam ser engolidas ou causar acidentes.
## Passo 2: O Reconhecimento Prévio (Acolhimento Tátil)
Antes de mergulhar na história, o público precisa se familiarizar com a ferramenta. O tato exige tempo para processar as informações.
 * **Momento de Exploração Livre:** Entregue o objeto (ou os objetos) para as pessoas antes de iniciar a narrativa formal. Deixe que toquem, sinto o peso, a temperatura e a textura sem a pressão de "adivinhar" o que é.
 * **Orientação Espacial Básica:** Ajude a guiar a exploração se necessário, usando referências do próprio corpo ou do objeto (ex: *"Esta parte mais rugosa fica na base", "O topo dele é arredondado"*).
## Passo 3: A Mediação Cultural e Descrição Narrativa
Durante a contação, as suas palavras devem funcionar como uma audiodescrição poética acoplada ao toque. O objeto e a voz caminham juntos.
 * **Sincronia entre Fala e Toque:** Quando a história mencionar um detalhe do personagem ou do cenário, direcione o toque do público para aquela parte exata do objeto.
 * **Vocabulário Sensorial:** Substitua adjetivos puramente visuais por descrições físicas e emocionais. Em vez de dizer *"O castelo era lindo e azul"*, diga *"O castelo tinha paredes frias de pedra, firmes e tão altas que pareciam tocar o céu"*.
 * **Estímulos Multissensoriais Complementares:** Se o objeto tridimensional puder emitir som (como o chocalhar de sementes dentro de um boneco de pano) ou exalar um aroma (como um pedaço de madeira de canela), acione esses estímulos no momento ápice da narrativa.
## Passo 4: A Condução do Ritmo e do Compartilhamento
A contação de histórias com objetos tridimensionais tem um tempo diferente da contação puramente oral ou visual.
 * **Respeite o Tempo do Tato:** O olhar capta uma imagem instantaneamente; o tato constrói a imagem por partes (varredura tátil). Faça pausas na narrativa para que todos consigam percorrer o objeto com as mãos.
 * **Rodízio Organizado (se o objeto for único):** Se você tiver apenas um objeto principal para o grupo, planeje a história em blocos, permitindo que o objeto circule de mão em mão enquanto você aprofunda os detalhes do enredo ou propõe uma música/sonoplastia de transição.
## Passo 5: O Pós-História (Integração e Memória)
Após o desfecho, a experiência tátil pode se desdobrar em uma atividade de fixação e expressão pedagógica.
 * **Roda de Conversa:** Pergunte o que cada um sentiu e como imaginou o cenário a partir daquele toque.
 * **Atividade de Co-criação:** Incentive o público a manipular outros materiais (como massa de modelar, argila ou tecidos) para criar um "novo capítulo" ou um novo elemento para a história que acabaram de vivenciar.
> **Nota de Respeito e Terminologia:** Na construção de projetos, editais e materiais pedagógicos inclusivos, priorize sempre o termo **"pessoa com deficiência visual"** (ou cego/pessoa cega, quando o diagnóstico de ausência total de visão for o foco), pois essa terminologia coloca a pessoa antes da sua condição médica, alinhando-se aos parâmetros modernos de direitos humanos e acessibilidade cultural.

Capacitação: ultrapassando o primeiro limiar de uma jornada disruptiva, finalmente, certificamos a Turma 1 do Curso de Educação Inclusiva, o Módulo 1 "Como contar histórias com objetos tridimensionais"

## Nada sobre nós, sem nós! A travessia do primeiro limiar do Curso de Educação Inclusiva na Escola Municipal Coronel José Batista!

### Introdução: O Chamado e a Transição

Ao aceitarem o desafio de participar do curso, 12 mulheres, agora chamadas de heroínas, ouviram o chamado à aventura e cruzaram o primeiro limiar. Este módulo introdutório foi a porta de entrada para uma jornada de transformação, onde elas começaram a descobrir o poder contido nos "objetos mágicos" da contação de histórias e a importância da inclusão em sua prática educativa.

### O Protagonismo e a Arte de Contar Histórias

Assumindo o protagonismo de suas próprias histórias, essas mulheres agora ocupam um espaço simbólico em Itabira. Elas abraçaram a iniciação na arte milenar de contar histórias, um caminho que promete enriquecer não apenas suas práticas profissionais, mas também suas vidas pessoais e a comunidade ao seu redor.

### Empatia e Inclusão na Prática

A jornada deste primeiro módulo foi marcada por uma abordagem disruptiva, onde a empatia foi o fio condutor. A interação com o ambiente escolar e o acolhimento afetuoso de Cleide Cissa, instrutora do curso, e das participantes Cassiana e Thayná, demonstraram a disposição do grupo em aprender e crescer juntos.

### A Presença de Mulheres Empoderadas e a Expansão de Possibilidades

A presença de Cleide Cissa, Cassiana e Thayná, mulheres empoderadas com deficiência visual, foi fundamental para ampliar as perspectivas do grupo. Suas vivências e conhecimentos mediaram, ao longo do dia, novas formas de cada participante ver o mundo da educação, dos valores e do "Bem Viver".

### Transformando Espaços e Momentos em Experiências Mágicas

As refeições e os espaços da Escola Municipal Coronel José Batista, no Centro Histórico de Itabira-MG, foram transformados em locais mágicos de partilha e aprendizado. A imersão neste ambiente, aliada à troca de saberes e experiências, criou uma atmosfera única de acolhimento e crescimento mútuo.

### A Jornada Continua: Próximos Passos e Agradecimentos

Este primeiro módulo foi apenas o início de uma jornada de quatro etapas. O próximo módulo, "Como contar histórias cantando", explorará o universo do canto infantil, permitindo que as alunas soltem a voz e explorem objetos tridimensionais sonoros.

Gostaríamos de expressar nossa profunda gratidão a Márcia Aparecida Martins (Diretora da Escola Municipal Coronel José Batista), Débora Tersália (Coordenadora do Projeto Legado de Memória Escolar-da EMCJB), Marina de Jesus Leite (ledora e crítica do método na produção do conteúdo), Adriana Aparecida de Pinho Almada (artesã responsável pela criação e execução do Kit pedagógico) e, finalmente, às nossas heroínas, que dedicaram seu tempo e energia a este projeto no dia 14 de maio de 2026.


terça-feira, maio 5

🌟 11 Benefícios de Dominar a Narrativa com Objetos Tridimensionais

 


 

🌟 11 Benefícios de Dominar a Narrativa com Objetos Tridimensionais

Quando a história encontra o tato, o som e o cheiro, o aprendizado ganha corpo. Esta metodologia transforma a sala de aula em um espaço de experiência viva.

1. Estímulo à Neuroplasticidade

O cérebro cria novas pontes neurais. Ao narrar a história de um pássaro usando uma pena real, sons de assovio e o cheiro de mato, o aluno conecta tato, audição, olfato e memória. É o mesmo princípio que o cérebro de uma pessoa com deficiência visual usa para se reorganizar.

2. Objetos Tridimensionais: A Matéria do Pensamento

Diferente de uma imagem no papel (bidimensional), o objeto tridimensional possui altura, largura e profundidade. Ele oferece "vários lados" para o conhecimento. Ao tocar um objeto, a criança processa peso, temperatura e volume, transformando a informação passiva em uma exploração ativa que ocupa o espaço real.

3. Sólidos Geométricos: O Alfabeto das Formas

Tudo no mundo físico possui uma base geométrica. Ao utilizar sólidos como suporte, ensinamos a estrutura das coisas: uma laranja é uma esfera; uma caixa de fósforos é um paralelepípedo. Isso organiza o raciocínio lógico e a percepção espacial.

4. Estilos de Narrativa: Do Oral ao Sensorial

A forma como contamos define como o aluno recebe. Nesta metodologia, trabalhamos com dois estilos principais:

  • Narrativa Oral (Griot): Baseada na repetição, no ritmo e na força da palavra falada para manter a memória viva.

  • Narrativa Dramatizada: Onde o objeto não é apenas citado, mas "atua" na história, ganhando movimentos e intenções.

5. O Estilo Literário: Realismo Animista

Essa técnica flerta com o Realismo Animista, onde objetos comuns ganham "vida" e voz. Uma pedra pode representar a dureza de um coração ou o peso de uma saudade, servindo como metáforas potentes para sentimentos universais.

6. Desenvolvimento da Abstração e Contraste

Saímos da dependência de slides. Para ensinar "amizade", usamos dois pedaços de velcro: o aluno sente a força de unir e a resistência de separar. Contrastes entre o vazio e o cheio ensinam mais sobre "ausência" do que qualquer definição teórica.

7. Inclusão Genuína e Universal

O que é essencial para uma pessoa com deficiência visual — descrever, tocar e sequenciar — vira um jogo rico para a turma toda. Ao vendar os alunos, todos são desafiados a usar a imaginação.

8. Foco e Escuta Ativa

Sem o excesso de estímulos visuais, a atenção se volta para a voz e para a textura do objeto. O foco nasce do mistério sonoro e da curiosidade tátil.

9. Memória Espacial e Sequencial

Objetos ajudam a "ancorar" a história no espaço. Ao tocar diferentes texturas durante a narração, o aluno associa o estímulo sensorial à ordem dos fatos, facilitando a memorização da sequência lógica.

10. Diferencial Didático do Educador

Você deixa de ser um "passador de conteúdos" para se tornar um arquiteto de experiências. A aula vira uma vivência compartilhada que utiliza o corpo e os sentidos como ferramentas de alfabetização.

11. Engajamento Emocional Profundo

O toque cria vínculo. Na história de uma semente, segurar um saquinho com terra úmida gera uma memória afetiva duradoura. O aprendizado passa pelas mãos e se fixa pela emoção.


🧠 Neuroplasticidade: O que o cérebro aprende com as mãos

A neuroplasticidade permite que o cérebro se reorganize através de novos estímulos. Quando usamos formas geométricas, cheiros e sons, áreas do córtex que processariam apenas a visão passam a integrar tato, audição e memória espacial. Ensinar com os sentidos é expandir as rotas do conhecimento.

Por Lúcia Tânia Augusto Gestora de Projetos Culturais


📖 Glossário de Termos-Chave

  • Pessoa com Deficiência Visual: Termo inclusivo que prioriza a pessoa antes de sua condição sensorial (cegueira ou baixa visão).

  • Objeto Tridimensional: Objeto que possui volume e pode ser explorado em três dimensões: comprimento, largura e altura.

  • Estilos de Narrativa: Diferentes formas de organizar e expressar uma história (ex: oral, escrita, visual, sensorial).

  • Sólidos Geométricos: Figuras espaciais como cubos, esferas e cilindros que servem de modelo para os objetos do mundo.

  • Realismo Animista: Técnica narrativa de atribuir características humanas ou "alma" a objetos inanimados.

  • Abstração: Capacidade de criar conceitos mentais a partir de experiências concretas.

  • Griot: Mestre da palavra na cultura africana, responsável por transmitir saberes e histórias através da oralidade.

  • Neuroplasticidade: Propriedade do cérebro de se moldar e criar novas conexões a partir de aprendizados práticos.

segunda-feira, maio 4

Parceria Estratégica com o Ponto de Cultura Clube de Mães Santa Ruth, em Itabira-MG: Valorização da Economia Criativa

 

"A parceria estratégica entre a Epocriativa e o Ponto de Cultura Clube de Mães Santa Ruth, em Itabira-MG, consolida o protagonismo da economia criativa local ao integrar o saber artesanal de mulheres itabiranas à metodologia do Curso de Educação Inclusiva - Módulo 1: 'Como contar histórias com objetos tridimensionais', transformando recursos de acessibilidade em ferramentas de desenvolvimento social e sustentável."




Em nossa jornada para transformar a economia através da cultura, acreditamos que a arte não deve apenas ser contemplada, mas tocada, sentida e compartilhada. É com esse propósito que apresentamos o Curso de Educação Inclusiva – Módulo I: Como contar histórias com objetos tridimensionais.

 

Mais do que uma formação técnica, este curso é um convite para profissionais da educação, estudantes e comunidade repensarem a acessibilidade. Através do uso de objetos que ganham vida nas mãos, mostramos que a literatura pode — e deve — ser um território de todos.

Protagonismo Feminino 50+




 

A condução deste módulo está nas mãos de duas mulheres 50+, negras,  com trajetórias marcantes e vasta experiência nas áreas de educação, cultura e inclusão:

#PraTodosVerem A imagem mostra as instrutoras Cleide Cissa e Lúcia Tânia Augusto, duas mulheres negras e grisalhas, sorridentes, manipulando objetos tridimensionais coloridos e texturizados sobre uma mesa. Ao lado, Adriana Almada apresenta uma peça artesanal em fase de protótipo.
#PraTodosVerem A imagem mostra as instrutoras Cleide Cissa e Lúcia Tânia Augusto, duas mulheres negras 

A Força de Itabira: Epocriativa e Expocriativas




 

O que torna este projeto ainda mais especial é a nossa rede de colaboração. Para a Epocriativa, a sustentabilidade só faz sentido quando fortalece a nossa gente. Por isso, caminhamos ao lado de Adriana Almada, artesã e liderança que transformou a realidade da sua comunidade.

Sob a gestão de Adriana, o Clube de Mães Santa Ruth alcançou uma de suas maiores vitórias: a certificação oficial como Ponto de Cultura, ativa desde abril de 2024. Este selo potencializa o projeto Expocriativas, que hoje é o braço de produção artesanal e inovação que dá suporte às nossas atividades pedagógicas.

Da Pesquisa à Rede de Produção Inclusiva

 Neste módulo, Adriana Almada apresentará criações exclusivas em fase de pesquisa e desenvolvimento. Estes protótipos servirão de guia para a próxima etapa do projeto, onde outras artesãs locais serão integradas e contratadas para a confecção das peças definitivas, garantindo que o conhecimento e a renda circulem entre as mulheres da nossa região.

Ao integrarmos o Ponto de Cultura Clube de Mães Santa Ruth, reafirmamos nosso compromisso com a transição para uma economia mais humana e menos extrativista: o Ciclo da Arte.


CRÉDITOS E PARCERIAS:

  • REALIZAÇÃO: Epocriativa - Escritório de Projetos de Arte e Cultura

  • PRODUÇÃO: Débora Tersália

  • APOIO: E. M. Coronel José Batista & Otimize Contabilidade e Gestão

#EducaçãoInclusiva #DeficiênciaVisual #Acessibilidade #NadaSobreNósSemNós #ContaçãoDeHistórias #ProtagonismoFeminino #CulturaInclusiva #Itabira #EconomiaCriativa

Do Povo Veio, ao Povo Voltarás: O Domínio Público e a Função Social do Mito

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