domingo, janeiro 4

O que temos para 🏫 Para escolas e educadores de Educação em tempo integral?

aulas de arte e história afroitabirana
projetos pedagógicos interdisciplinares
Palestras para escolas
Consultoria Pedagógica
ações culturais comunitárias
Shows Didáticos com artistas de Itabira
A cultura é um direito de todos. Quando cuidamos da cultura, cuidamos das pessoas, da memória e do futuro.

👫 Personagens da Cultura Epocriativa- Venha fazer parte dessa turma!

🎨Ana Ideia
Tem muitas ideias criativas e quer transformá-las em projetos.
🛠️ João Projeto
Ajuda a organizar ideias, prazos e tarefas.
🧠 Dona Parecer
Lê os projetos com atenção e ajuda a escolher os melhores.
🌍 Dona Comunidade
Representa as pessoas, a história e o território. Todos trabalham juntos para a cultura acontecer!

Cartilha Educativa – Epocriativa e Cultura em Rede (PDF)

O que é a Epocriativa?
A Epocriativa é um lugar onde ideias viram projetos culturais. Ela ajuda pessoas, grupos e comunidades a cuidarem da cultura, da memória e das histórias da cidade.
Para que serve a cultura?
A cultura serve para: contar histórias 📖 lembrar quem veio antes de nós 🧓🏾👵🏽 expressar sentimentos com arte 🎨🎶 unir pessoas e comunidades 🤝
O que a Epocriativa faz?
Ensina como criar projetos culturais Ajuda a cuidar bem dos recursos públicos Forma pessoas para analisar projetos de cultura Fortalece grupos culturais da periferia e da zona rural
Cultura Viva e Pontos de Cultura
O Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura apoia grupos que já fazem cultura no dia a dia. Atuamos de forma voluntária para grupos e coletivos que desejem se certificar como ✨ Ponto de Cultura é um grupo, coletivo ou associação que: faz arte na comunidade valoriza a cultura local compartilha saberes A Epocriativa ajuda esses grupos a se organizarem e participarem dos programas de cultura.

CONTATO

Epocriativa – Escritório de Projetos de Arte e Cultura Itabira – MG
📍 Rua Guarda-Mor Custódio, 155, Sala E – Centro – CEP 35.900-003
📞 (31) 9697-7843
✉️ epocriativaescritoriodeprojeto@gmail.com
Cultura que nasce do território, educa pessoas e constrói futuro.

CASES DE IMPACTO COMUNITÁRIO

AMORITA & Quintal do Ouro (Zona Rural) Cultura alimentar, economia solidária e memória como patrimônio vivo.
Clube de Mães Santa Ruth (Periferia Urbana) Protagonismo feminino, redes de cuidado e memória social.
Escola Municipal Edith de Assis Costa Educação patrimonial aplicada ao Ensino Fundamental II.
Sabará – Casa Aleijadinho, com o curso de Turismo Receptivo em parceria com Secretaria de Cultura e Turismo.Mediação cultural, turismo educativo e democratização do patrimônio.
Vocação central: impacto real em comunidades, com trocas intergeracionais e valorização da ancestralidade africana.

Por que a Epocriativa existe

A Epocriativa nasce dessa vivência crítica no campo da cultura: da percepção do rompimento da cadeia de valor da arte, da desigualdade no acesso aos mecanismos de fomento, da fragilidade na formação de técnicos e pareceristas e da urgência por processos mais humanos, transparentes e qualificados.
Nossa atuação articula formação técnica, mediação cultural e projetos comunitários, criando um círculo virtuoso entre ideias, pessoas, políticas públicas e territórios.
Foco estratégico
1-Educação Patrimonial: Acreditamos na integração da história local ao ensino formal, na valorização da memória oral e das narrativas comunitárias e no patrimônio como ferramenta de cidadania.
2-Territórios Criativos: Entendemos a cultura como prática cotidiana, reconhecendo saberes e fazeres locais e fortalecendo redes comunitárias como base do desenvolvimento cultural.
Público prioritário: Nosso foco está no Ensino Fundamental II das escolas públicas, nas comunidades periféricas e rurais, e na formação de agentes culturais, educadores e lideranças comunitárias.
A Epocriativa é, antes de tudo, um gesto de retorno consciente: à cidade, às pessoas e às histórias que insistem em permanecer vivas quando encontram cuidado, escuta e compromisso.

Entre Belo Horizonte, Itabira e o Rio: arte, memória e o destino de voltar

Entre Belo Horizonte, Itabira e o Rio de Janeiro, percorri caminhos abertos pela arte e pela pesquisa — e, diferente de Drummond, meu destino foi retornar com a minha empresa para Itabira. Esse retorno não foi imediato nem simples: foi tecido ao longo de anos de vivências, encontros e deslocamentos que moldaram minha escuta, meu olhar crítico e meu compromisso ético com a cultura.
Como artista e pesquisadora independente, participei de projetos culturais que marcaram profundamente minha formação estética e política. Atuei como atriz no filme Vinho de Rosas (2005), dirigido por Elza Cataldo, onde conheci Maurício Tizumba. Anos depois, o reencontro no Rio de Janeiro — agora como um dos protagonistas do espetáculo Grande Otelo – Eta Moleque Bamba! — revelou como a cultura cria círculos invisíveis de continuidade e pertencimento.
Fui convidada pelo diretor teatral André Paes Leme para integrar o projeto Grande Othelo – 90 anos, realizando a organização do acervo do artista e a pesquisa para o espetáculo, no qual também atuei como assistente de direção. Em paralelo, dei suporte de pesquisa a Sérgio Cabral para o livro Grande Otelo: uma biografia. Essa experiência foi decisiva para aprofundar minha consciência sobre a preservação da memória negra no Brasil e sobre os desafios enfrentados pelas famílias na gestão do patrimônio cultural deixado por artistas negros — uma reflexão que carrego até hoje.
Atuei ainda como pesquisadora pelo CRAP – Centro de Referência das Artes Plásticas de Minas Gerais e como assistente de pesquisa na exposição Declaração de Bens, de Márcio Sampaio, na Grande Galeria do Palácio das Artes, em 2005. Esses trabalhos consolidaram minha vocação para o cuidado da memória, da arte e das histórias que estruturam nossa identidade cultural.
Em todo esse percurso, a presença amiga de Sebastião Andrade foi fundamental — no acolhimento no Rio de Janeiro e nas trocas constantes em torno da Amorita, em Itabira. Ele sempre me dizia, com a serenidade de quem entende o tempo: “Um dia, vamos rir de tudo isso.” Essa frase ficou como lembrança e como horizonte.

Curso: Receptivo Afroturismo Mineiro

"Ao participar do curso sob a perspectiva do Afroturismo em cidades mineradoras como Itabira é espreitar um exercício que chamo de...